Irmã Macrina Maria da Ressurreição de Jesus. (Anastácia Tabatinga)
Gostaria de partilhar com você, caro leitor, um pouco da minha historia pessoal de conversão e de redescoberta da minha vocação – dois aspectos bem conexos entre si –, e com isto quero dar glorias a Deus pela sua terna e forte manifestação na minha vida.
Primeira Aliança…
Quinta filha de uma família de sete filhos, de caráter reservado, tímida e de poucas palavras, desde muito cedo senti a chamada especial de Deus na minha vida. Lembro que eu freqüentava o jardim da infância no Instituto Zarry, dirigido por religiosas, quando já então sentia-me atraída pela figura de uma freira, bem velhinha, que costumava distribuir bombons às crianças durante a recreação; minha mãe me havia explicado o porquê de ela se vestir assim, com aquele habito e aquele véu: era uma “esposa de Cristo”. Essa resposta encontrou prontamente eco no meu coração infantil, e lembro como se fosse hoje que, no silencio e no segredo da minha alma, prometi que seria eu também uma esposa de Cristo.
Com o passar do tempo, via aumentar em mim o desejo de consagrar-me a Deus; antes, era a voz deste Deus ainda desconhecido que se fazia sempre mais intensa e insistente. Por toda a minha infância e adolescência, a chamada me acompanhava, embora eu não entendesse ainda nem o seu significava nem a sua proveniência. De fato, o discernimento de uma chamada enquanto vocação à vida religiosa se dá, normalmente, no seio da Igreja e através da mediação de um acompanhante vocacional ou diretor espiritual.
Este apelo se manifestava principalmente pela forte atração que eu sentia pelo sacro: se eu via uma igreja, devia nela entrar; se via uma freira ou um padre, meu coração se agitava, me impulsionando quase violentamente a estar-lhe vizinho; por outro lado, eu provava uma certa indiferença por tudo aquilo que não fosse segundo essa atração: festinhas, namoros, moda etc., não exerciam fascínio sobre mim, ao contrario!
Durante os nove anos que estudei no Colégio Santa Isabel, sempre cultivei o habito de chegar mais cedo para estar um momento na capela, e, após a missa matutina, fazer um pouco de companhia ao Padre Luiz, capelão do colégio, de saudosa memória. Cultivava igualmente o habito da leitura, sendo assídua freqüentadora da biblioteca do colégio, especialmente, é claro, da seção “espiritualidade”. Durante a recreação, minha alegria e minha paz era poder passar ainda um tempinho em silencio diante da bela imagem de Nossa Senhora. Isto não me impedia, entretanto, de cultivar uma sincera e normal amizade com as colegas de escola.
Nisto consiste o amor: foi Ele quem nos amou primeiro…
Entrando na adolescência, esta chamada de Deus, com a qual me habituara e que até então eu conservava em segredo, como um tesouro, começou a me incomodar, a tornar-se um peso. Era o peso da diferença, pois Deus “separa” aqueles que ele chama. Fui tomando como que consciência de não encontrar meu lugar neste mundo tal qual eu o via; paulatinamente, fui desviando meu olhar de dentro de mim mesma para fora, para descobrir-me insatisfeita com este mundo de competição, de superficialidade, onde tanta energia me parecia ser aplicada em coisas efêmeras. Contraditoriamente, para não sentir-me tanto fora de contexto e tão diferente das meninas da minha idade, comecei a fazer violência contra mim mesma, buscando “encaixar-me” fazendo aquilo que os outros faziam ou esperavam que eu fizesse, embora sem convicção e mesmo com grande desgosto. A este processo de “saída contestatória do meu centro”, se assim posso expressar-me, contribuiu significativamente uma literatura não adaptada à minha idade; eu não tinha ainda 15 anos quando já lia o realismo russo e francês, bem como obras dos escritores existencialistas Sartre, Simone de Beauvoir e Camus. A partir dai, entrando na Universidade, eu havia já tomado a decisão de não mais freqüentar o grupo católico Legião de Maria, do qual era secretaria, nem mesmo a missa dominical. Em pouco tempo, eu havia rompido bruscamente toda relação com a Igreja, no intuito de sentir-me “livre” para viver segundo meus próprios critérios (aqueles do mundo) , para estabelecer minha própria lei e, sobretudo, para liberar-me daquela “voz” que me chamava a si e que me dava uma senso de estranheza em relação aos outros.
Uma fase muito normal na vida de todos, e mesmo necessária, se ela visa realmente uma busca sincera dos valores humanos fundamentais como a profunda liberdade do ser, o amor, a verdade… E Deus me acompanhou silenciosamente nesta busca, que era, ainda que eu não soubesse, a busca d’Ele mesmo que é justamente o amor, a liberdade, a verdade … Ele permitiu, como bom Pai que respeita a liberdade de seus filhos, que eu entrasse no mundo, provando um pouco de tudo o que me era oferecido, tateando, criando meus próprios ídolos, buscando este Amor e esta Liberdade do ser, como disse bem Santo Agostino, ali onde Ele não estava, isto é, fora de mim. Entretanto, a presença de Deus me acompanhava nesta busca, presença silenciosa, discreta, humilde, entretanto eu não podia negar tal evidencia!
Tarde te amei, Beleza antiga e sempre nova…
Após a conclusão de curso na UECe, segui para São Paulo, onde dei inicio ao Mestrado na Puc. Tempos ainda de descobertas, de auto-afirmação, de distanciamento de Deus. De fato, ali comecei a interessar-me vivamente pelo pensamento New Age e pelas seitas esotéricas – sem engajar-me em nenhuma delas, graças a Deus! Eu tinha então 22 anos, e via crescer em mim a terrível angústia existencial de não saber o que fazer da minha vida, de não saber dar um sentido a ela. Eu dedicava tempo, corpo e alma ao estudo e a tudo aquilo que a minha condição de “liberdade” me concedia, contudo a angustia existencial e afetiva se intensificava mais e mais. No auge deste estado, decidi que poderia dar um sentido à minha vida simplesmente “me apaixonando” por alguém – como se apaixonar-se dependesse da própria vontade! Mais uma vez, o Deus desconhecido mas presente se inclinou diante da minha vontade, consentindo a mais esta minha tentativa de buscar a minha felicidade por conta própria.
Tendo assim decidido, não demorou para que eu conhecesse aquele que seria o príncipe do meu conto de fadas. Estava ainda cursando o mestrado em São Paulo quando conheci Alexandre. Foi uma paixão à primeira vista, tão intensa quanto breve. Em pouco tempo eu havia projetado nele toda a minha ânsia existencial, toda a minha busca de felicidade; sem dar-me conta eu, na minha imaturidade afetiva, havia feito de Alexandre o meu ídolo: ele era, aos meus olhos, o mais inteligente, o mais bonito, o mais romântico, o mais, mais, mais… em resumo, o meu salvador. Não podia ainda perceber armadilha que eu mesma havia montado, pois ainda não sabia que minha sede de amor não poderia ser mitigada senão por Aquele que é o amor infinito. Neste contexto, nada mais tinha importância ou valor para mim, senão viver intensamente este amor recém-descoberto. Pela primeira vez na vida, eu amava e me sentia amada. Mesmo o mestrado perdera o sentido para mim: foi neste momento que entrou a mão segura, o conselho sábio de meu pai que, respeitando minha liberdade mas ao mesmo tempo intuindo meu estado, convidou-me a passar uns meses com ele (meu pai morava então em Minas Gerais) para poder concluir minha tese de Mestrado.
Meu castelo de areia começou a se desfazer quando, três anos depois, já de retorno a Fortaleza, fui me dando conta que, na minha relação desordenada com Alexandre, eu tinha perdido a minha identidade, a minha integridade, a minha dignidade e a liberdade mesma que eu buscava. Neste momento uma força interior irrompeu em mim – a força, talvez, do orgulho feminino diante da própria dignidade ferida! Esta força me impulsionou a romper drasticamente a relação, sem olhar pra trás, pois eu intuía que estava me auto-destruindo e que por aquela estrada eu não poderia mais continuar.
Alma, buscar-te-ás em Mim…
Assim, de um dia pro outro, me vi sozinha, sem o chão sob os meus pés, perdida, com a identidade fragmentada, sem rumo, reduzida a um deplorável e caótico estado de angustia e de depressão que duraram longos 3 meses, durante os quais não hesitei em buscar auxílio na cartomancia e nas seitas. De fato, por esta época transitei pelo espiritismo, entrando mesmo em contato com um grupo esotérico inspirado nas modernas teorias da física quântica, que hoje não hesito em chamar de magia negra dissimulada. Essa ultima tentativa de “salvação” levou-me a um caos interior tremendo, já não conseguia dormir sem a ajuda de tranqüilizantes; foi então que, no auge da minha dor, gritei a Deus – ou melhor, a Nossa Senhora, pois não ousava ainda fazer o percurso do Filho pródigo de retorno à casa paterna. A Providência então suscitou minha mãe a convidar-me a acompanhá-la em peregrinação a uma certa localidade em que se davam supostas aparições da Virgem Maria a um vidente. Eu já tinha experimentado de tudo, não via por que não tentar esta via também. Acompanhada de minha mãe, fui então misturar-me à multidão daqueles que, cheios de fé, esperavam a manifestação da Mãe de Deus. E ali, num clima tranqüilo de oração, de simplicidade, de comunhão, de fé ingênua mas espontânea que se repetira por alguns meses, fui experimentando a paz que eu há muito tempo havia perdido. Aquela gente que rezava e cantava, que professava com simplicidade e com amor a fé em um Deus vivo e atuante que se preocupa por cada um de seus filhos … o amor pela Virgem Maria, que se apresentava ali como uma Mãe aflita e angustiada que vem ensinar a seus filhos o caminho de retorno a Deus, a via da paz, do amor, da verdade… Foi ali que o Senhor começou a revelar-se a mim, chamando-me de novo a entrar na casa paterna, no seio da Igreja. Foi ali que comecei a rezar o terço e a jejuar a pão e água duas vezes por semana.
Um Novo Caminho…
Nesta época, uma prima engajada no Movimento Carismático Evangelização 2000, convidou-me a um fim de semana diferente, a participar do Seminário de Vida no Espírito Santo, que se daria no Seminário da Prainha. Fui, sem hesitar, ainda que eu nutrisse um particular preconceito contra estes “carismáticos exaltados”. No ponto em que eu me encontrava, sedenta de Deus, não tinha nada a perder. Fui, sempre acompanhada de minha mãe – a quem, alias, por suas lagrimas e orações, devo o mérito espiritual da minha conversão. Ali, realmente, algo de forte aconteceu. Em primeiro lugar, minha confissão sacramental depois de mais de dez anos longe da Igreja. O coração reconciliado com Deus estava, então, preparado para receber o dom de seu amor, o Espírito Santo. Foi ali a minha primeira e profunda experiência do Amor de Deus, um Deus vivo e presente, um Deus que se interessa, que sofre, que espera, que ama, que perdoa. Como narrar esta experiência? Quem experimentou este Deus, sabe entender estas palavras!
A partir desta forte experiência, minha vida não foi mais a mesma. Redescobri o perdão – dado e recebido-, a paz, o gosto de Deus. Costumava acordar durante a noite com a doce harmonia do Espírito a cantar e a rezar ao Pai dentro de mim. Em relação à Palavra de Deus, sobretudo ao Antigo Testamento, um véu caíra: de um momento a outro aquele texto complicado e estranho e insípido se desvendou aos meus olhos cheio de luminosa doçura e de sentido. Não podia ler a Bíblia, Palavra de Deus, sem derramar abundantes lagrimas, lágrimas de gratidão, de reconhecimento, de amor, de paz interior.
Mas esta plantinha frágil que começava a se dirigir rumo ao sol precisava de ajuda para crescer forte. A Providência não se fez esperar e dois meses depois a Marzi, do Grupo de oração Novo Caminho, cujos membros davam assistência durante o Seminário de Vida, me telefonou convidando a fazer parte do Grupo de Oração, como condição necessária para não deixar morrer o fruto recebido durante o Seminário de Vida… Que idéia! Aquilo estava fora de cogitação, fazer parte de um grupo carismático! Porém, minha mãe veladamente soube me dirigir, me estimular a um engajamento na oração. Vencendo tantas de minhas resistências, fui “ver pra crer”, e o Senhor me pegou no seu laço. Minha vergonha era grande de estar ali entre aqueles jovens desconhecidos, todos aparentemente de classe media, felizes, irradiando uma simplicidade, uma alegria e uma liberdade interior no levantar as mãos em louvor a Deus, sem vergonha de professar a própria fé. Simplicidade, alegria, liberdade, autenticidade: 4 substantivos que exprimiam e resumiam bem o meu itinerário de busca interior nos últimos 15 anos. Ali tinha alguma coisa – tinha Alguém – que era o centro irradiador do amor e da alegria daqueles jovens, e que eu queria que fosse também a razão da minha própria existência.
Tempo de reconstruir das cinzas
De setembro de 1995 a junho de 1998, então, fiz parte integrante do Grupo de Oração Novo Caminho, que se reunia toda segunda-feira, a partir das 20:00 h, no condomínio da tia Helena Serpa. Ali se começava com a recitação do santo rosário, momento especial de intimidade com a Mãe de Deus e nossa; seguia-se o momento de acolhimento – quando normalmente se cantam cantos alegres que estimulam à fraternidade e a deixar que tome livre expressão a criança que mora dentro de cada um de nos, ou seja, a nossa parte simples, alegre, criativa, inocente… momento de olhar nos olhos do irmão para deixar cair o medo, a hostilidade, a auto-defesa, o espírito critico, para poder simplesmente dizer: meu irmão, eu te quero bem! Esse era para mim um momento difícil de afrontar, o Senhor teve que curar muitas feridas até que eu me sentisse livre para viver sem medo este aspecto do encontro. Quantas vezes eu quis desistir de participar do Grupo, somente por causa de minhas resistências a olhar nos olhos do irmão, em confiança, e deixar-me olhar! Mas com o tempo, recebi a cura interior no âmbito do amor fraterno, da abertura aos outros.
Seguia-se então o forte momento do louvor, em que eu tive que aprender a levantar os braços, superando toda vergonha e toda resistência. Eis aqui uma outra cura interior recebida, desta vez em relação ao amor de Deus. No Grupo, alguém nos explicou que aquele gesto seria símile à reação de alguém que se depara com um ladrão na própria casa: mãos ao alto é uma atitude de entrega, de não resistência, de deixar que o outro faça aquilo que bem entende . Quanto entendi isto, o meu levantar os braços em louvor a Deus, um Deus trino que se revelara a mim como um Pai de amor, um Filho redentor, um Espírito comunicador de santidade… passou a ser um ato livre de abandono filial que me enchia de alegria e de paz e que por vezes me fazia sentir em pleno vôo. Levantar os braços em louvor: eis uma profunda cura da alma!
O ponto culminante do encontro, claro, era o momento dedicado ao Espírito Santo, momento interior no qual o Espírito, na profusão dos dons derramados sobre cada um, suscitava a adoração profunda e a intimidade consigo. Sim, era ali que Deus Pai-Filho-Espírito Santo se fazia sensivelmente vivo, presente, atuante, um Deus-amor que se comunica no seio da Igreja, comunidade de fé.
Olhando pra trás…
Hoje posso dizer que o primeiro ano que passei no Novo Caminho foi um tempo de cura interior através do amor de Deus, tempo também de descobrir-me filha da Igreja, nela regenerada. Foi neste primeiro ano que nasceu em mim um grande amor pela Igreja e pelos sacramentos. Minha transformação foi radical e profunda: regenerada no amor de Deus, passei a viver intensamente minha vida sacramental e de fé, e a missa quotidiana era o momento mais importante do dia, onde eu podia repousar e me abastecer no encontro com Aquele que me amou desde sempre.
Já o segundo ano foi o ano das consolações e da descoberta do caminho interior, ou seja, do encontro com o Senhor por meio da oração pessoal e da meditação da Palavra. Tempo de pacificação interior, visto que o Senhor tinha começado a realizar em mim sua primeira obra de redenção e de reconstrução de todos os aspectos do meu ser, profundamente feridos e deformados por causa da minha vida de pecado, isto é, de distanciamento do amor de Deus : afetividade, vontade, memória,liberdade… foi a partir desta reconstrução que comecei a ouvir de novo aquela voz familiar que me acompanhara desde a minha primeira infância e que, nos meus desmandos, eu não podia mais ouvir. Como conseqüência, teve aqui inicio minha fase de auto-conhecimento, feito à luz de Deus. Não pode haver um real conhecimento de si se não partindo do conhecimento amoroso de Deus, do qual somos imagem e semelhança.
Terceiro ano: tempo de discernir a Vontade de Deus pra mim. Neste ultimo ano, o Novo caminho contava com mais de cem participantes, era necessário criar sub-grupos. Assim, ele foi dividido em três outros pequenos grupos, segundo o caminho de fé de cada participante. Eu fiquei com o grupo menor que tinha como missão interceder e sustentar os outros dois. Divisão providencial, pois então tivemos a possibilidade de estreitar nossas relações e de dar uma forma mais personalizada e orientada à nossa oração. O desejo de consagrar-me a Deus era de tal forma imperioso e forte, que todas as minhas energias e orações eram canalizadas neste intuito, de discernir se este desejo vinha de Deus ou não. Era ainda meu segredo, protegido a 7 chaves. Mas no grupo se falava, durante as moções do Espírito, de fazer o primeiro passo, de orientar a própria vida ao serviço de Deus, de vocação etc.. Lembro que em um dos encontros, naqueles momentos em que todos rezam por cada um, alguém proclamou uma moção em que me via no interior de uma bela e rica casa, toda adornada de pedras preciosas, mas que eu tinha um aspecto triste e solitário. A partir desta moção, intensifiquei ainda mais minha oração e minha busca da Vontade de Deus, porque eu sabia intimamente que esta tristeza que ainda me habitava tinha um nome e uma razão: Deus tem um projeto de amor e de vida para cada um dos seus filhos (a vocação pessoal), e até quando não se entra, em liberdade de adesão, neste projeto, não podemos nos realizar nem encontrar esta profunda alegria capaz realmente de dar o sentido ontológico à própria existência.
Foi assim que, no final deste meu processo de discernimento no qual o Senhor “superabundou” em graças, em sinais, em confirmações e consolações, de tal forma que eu não podia mais ter a mínima duvida sobre a sua chamada especifica na minha vida, pude comunicar ao Grupo de oração, com grande alegria, que estava deixando este Grupo que eu tanto amava, para entrar na grande aventura para a qual sabia ter nascido: o serviço de Deus na Vida Consagrada.
Hoje, enquanto escrevo, encontro-me na África, precisamente na casa missionária da Comunidade Mariana Oásis da Paz, nos Camarões, da qual faço parte desde 1999, com os votos perpétuos emitidos em janeiro deste ano de 2008. Dez anos são passados, hoje posso fazer a leitura de minha vida na chave do Amor misericordioso de Deus por mim, presente em cada evento, em cada mínimo detalhe vivido. Não posso não ser grata pelo tempo vivido como membro do Grupo Novo Caminho, a que devo os primeiros passos na vida comunitária de oração: ali comecei a aprender a “ser igreja”, a rezar junto, a abrir-me a Deus e aos outros, a deixar-me amar; sobretudo, foi no Novo Caminho que encontrei as condições não apenas para discernir finalmente minha vocação, como também a força de “vender tudo para comprar a pedra preciosa”, escondida no terreno do meu coração.
Olá, fui integrande do grupo de flautas da uece. sou aquele gordinho que tocava flauta baixo, que prezer em reve-la a muito lhe procurava e sempre perguntava a Elidia por noticias suas. Deus lhe abençoe!!!
MARIA MADRE Carissimi Macrina
HO LETTO CON PIACERE, LA TUA TESTIMONIANZA FATTA IL 28/12/2008
CHE GIOIA VEDERE LA TUA FOTO. IL TUO VISO MOLTO TRASMETTE SERENITA,
E NELLE TUE PAROLE SI percepisce TUTTO L’AMORE CHE AI VERSO DIO.
NEL CORSO DEGLI ANNI HO imparato uno conoscerti CAN E DIRE CHE SEI UNA PERSONA SPECIALE.
UN ABBRACCIO DI EUGENIA
GRANDE ABRAÇO AMIGA DO CORAÇAO TONY !!!!!!!!!!!!!!!!!
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