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12/01 – 3ª. feira – I semana comum

Enviado por helena em segunda-feira, 11 janeiro 20101 Comentário

Reflexão Pessoal – I Samuel –  1, 9-20 -  “ O Senhor ouve a nossa angústia”

Com o coração angustiado e aflito, Ana resolveu, finalmente, suplicar o auxílio de Deus derramando as suas lágrimas como uma forma de expressar todo o seu desespero. A sua esterilidade era o seu sofrimento, por isso, diante de Deus ela expôs a sua angústia e num gesto concreto de confiança  prometeu ao Senhor ofertar-Lhe o filho homem que dela nasceria.  O seu aspecto, no entanto, despertou as suspeitas do sacerdote Eli que a julgou como uma mulher perdida. Ana não se intimidou diante de Eli, mas esclareceu a sua situação e foi por ele abençoada. O exemplo de Ana para nós é muito eloqüente, pois nos ensina a buscar com afinco aquilo que o nosso coração deseja e a pedir com humildade e confiança Àquele que pode nos conceder. Da mesma forma nós aprendemos com Ana a esclarecer as dúvidas quando outras pessoas nos julgarem pelas aparências. Ao invés de ressentir-se ela se defendeu e alcançou a graça de ser por ele abençoada. Muitas vezes nós nos ofendemos quando as pessoas nos julgam mal, porém não tentamos esclarecer o equívoco e levamos a mágoa no coração impedindo que a graça do Senhor atue em nós. Precisamos, portanto, abrir o nosso coração para aqueles que nos julgam erroneamente por ignorância: depois que Ana conseguiu se explicar com Eli, ela voltou para casa e o seu semblante já não era mais o mesmo. O Senhor escutou a prece de Ana e ela foi atendida! Nunca podemos desanimar nem deixar de confiar na intervenção de Deus nas coisas difíceis da nossa vida. Embora que às vezes sejamos julgados apenas pelos nossos gestos pelos homens, Deus está atento às nossas necessidades. – Como são as suas atitudes diante daqueles que não o (a) entendem? Você não gosta de se explicar e deixa pensarem o que quiserem ou procura conversar com eles? – Você consegue expor a Deus as suas necessidades confiando em que será atendido (a)?

Salmo  - 1 Samuel 2 – “Meu coração se alegrou em Deus, meu salvador!”

O salmo faz uma apologia do poder de Deus sobre as criaturas e coloca em evidência as bênçãos que recebem aqueles (as) que são mais fracos (as), os pobres, os famintos, os incapazes, porque confiam no Senhor. Quando nós temos consciência de que tudo vem de Deus, a morte e a vida, a riqueza e a pobreza, nós aprendemos a confiar em que todas as coisas que nos acontecem têm um sentido maior. Por isso, o nosso coração exulta e a nossa boca desafia àqueles que se acham “fortes”.

 

 

Evangelho – Marcos 1, 21b-28 – “ O Santo de Deus”

 

Jesus ensinava com autoridade porque punha em prática aquilo que falava. Autoridade tem quem presta serviço e quem vivencia o que prega. Por isso, Ele procurava as pessoas que eram prisioneiras e estavam sob o domínio dos espíritos maus. Ele não se deixava acovardar porque tinha consciência do poder que Deus lhe concedera e da missão que lhe havia sido entregue.  Até os demônios O temiam, pois sabiam que Ele era o Santo de Deus. Isso despertava a admiração do povo que freqüentava a sinagoga. As obras que Jesus realizava naquele tempo, também hoje Ele as realiza. Ele veio nos tirar das garras dos espíritos maus que teimam em desafiar os homens, mas não podem com Deus. As obras que Jesus realizava naquele tempo, também hoje Ele as realiza, e para isto, nós somos seus instrumentos. Em Nome de Jesus, nós também poderemos expulsar o mal e calar a boca dos impertinentes. Mas, precisamos refletir: se Jesus veio nos restituir a dignidade de filhos de Deus, irmãos Dele; se Ele nos deu o Seu Espírito Santo que tem poder de fazer e desfazer; por que então nós também não usamos da autoridade que Ele nos dá para realizar milagres e prodígios?  Para que os ensinamentos que nós damos a alguém tenham credibilidade devem ser acompanhados da nossa ação e do nosso testemunho fiel ao que pregamos. Resta-nos, então, perceber que Jesus tinha autoridade porque não só ensinava, mas agia. A nossa autoridade nos vem do nosso testemunho, da nossa firmeza e convicção.   – Qual a diferença entre falar e agir? – Você é uma pessoa que tem autoridade ao falar? – As pessoas lhe dão crédito? – Você tem agido da mesma forma como você ensina aos outros a agir?  - Quais as obras que Jesus tem realizado em você e na sua família?- Você também espalha a fama de Jesus contando as coisas boas que Ele já lhe fez?

1 Comentário »

  • fernando said:

    Bonito o envagelho de hoje, na verdade me pergunto se a autoridade não se confunde um pouco com soberania, poder,que autoridade é essa que jesus pregava? e como ele quer que nós façamos igual ou semelhante, qual seria o limiar para que não sejamos extremista nessa palavra. Autoridade é doar, é vivenciar aquilo que se diz, é construir um respeito e uma admiração aos olhos dos homens e de Deus. Será realmente que quero que as pessoas me deêm crédito? Será que eu não posso agir diferente, errar ? Deus veio pra os pecadores, míseros, Então confesso que a humildade é autoridade , isso sim !!

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