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	<title>Um Novo Caminho</title>
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	<description>Comunidade Católica Carismática</description>
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		<title>10/03 – 4ª. Feira – III semana da quaresma</title>
		<link>http://www.umnovocaminho.com/index.php/2010/03/10/1003-%e2%80%93-4%c2%aa-feira-%e2%80%93-iii-semana-da-quaresma/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 03:05:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>helena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Palavra do dia]]></category>

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		<description><![CDATA[Deuteronômio  4,1.5-9  -  “A terra prometida é o reino dos céus”
 
A terra que o Senhor nos prometeu e que Moisés apresenta ao povo que ele retirou da escravidão do Egito é o reino dos céus ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><img class="alignleft" src="http://mediaserver.rr.pt/newrr/terra-prometida188974d7_630x354.jpg" alt="" width="428" height="221" />Deuteronômio  4,1.5-9  -  “A terra prometida é o reino dos céus”</span></strong></p>
<p> </p>
<p>A terra que o Senhor nos prometeu e que Moisés apresenta ao povo que ele retirou da escravidão do Egito é o reino dos céus que acontece já aqui e agora durante o tempo da nossa caminhada terrena. As leis e os decretos do Senhor são para nós normas que nos ajudam na vivência da felicidade aqui na terra e a tomar posse do reino que foi preparado para nós. A terra prometida é um estado de espírito, resultado da nossa vivência dentro dos mandamentos da Lei de Deus os quais estão gravados dentro de nós e são para as outras pessoas uma prova da nossa inteligência e sabedoria e  significam felicidade e paz. Esse estado de espírito nós o observamos nas pessoas que vivem dentro da vontade de Deus e são sinais de que podemos também nós atravessar o vale escuro como se fosse um dia claro. Nesta terra teremos: sabedoria, inteligência e chamaremos atenção para que outros queiram nela   também entrar. Este é o reino de Deus e que devemos ensiná-lo a <em>filhos e netos.</em> &#8211; <strong>Você já se sente vivendo numa “terra diferente” ou ainda está à sua espera? &#8211; O que seria para você esta terra prometida por Deus? Você tem ouvido os ensinamentos de Deus de coração aberto? Você é feliz? </strong> <strong>– Você acha que está perto de chegar à terra prometida? – Como você tem vivido os ensinamentos do Senhor? – Qual o resultado da vida que você tem vivido? – Você tem despertado a atenção de alguém pelo seu modo de viver? </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong><strong><span style="text-decoration: underline;">Salmo 147 – “Glorifica o Senhor, Jerusalém!”<img class="alignright" src="http://bp0.blogger.com/_oaYvSt4xtfA/SDUA39x24xI/AAAAAAAAA7s/0HgKqaN3Xyo/s320/biblia+nova1+copy.JPG" alt="" width="205" height="166" /></span></strong></p>
<p> </p>
<p>O Senhor envia suas ordens para a terra por meio da Sua Palavra que nós anunciamos. Do céu Ele faz cair proteção e abrigo para aqueles que confiam nas Suas promessas, pois escutam e praticam a Sua Palavra, Seus Preceitos e Suas Leis. Os preceitos do Senhor   nos são dado com carinho, por isso, somos chamados a, como Jerusalém, glorificar o Senhor com a nossa vida, nosso louvor e nossas ações.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Evangelho – Mateus 5, 17-19 – “quem é grande no reino dos céus.”</span></strong></p>
<p><img class="alignleft" src="http://3.bp.blogspot.com/_-oNl0POpbIo/Sspu8lqokoI/AAAAAAAAAH4/GHwU0r2tznk/s400/primeiro+mandamento.png" alt="" width="285" height="222" />Quando ouvimos falar de que Jesus veio fazer conosco uma Nova Aliança no Espírito, não quer dizer que os ensinamentos de Deus por meio da Lei tenham sido anulados, muito pelo contrário. Neste Evangelho Jesus vem nos alertar de que tudo quanto está escrito na lei de Deus e que os profetas deixaram para nós como ensinamento, continua vigorando.   Ele mesmo nos esclarece que veio até a terra para dar sentido à prática da lei e nos conceder a capacidade para cumpri-la plenamente. Os mandamentos da Lei de Deus não mudaram, eles continuam como bússola para a nossa caminhada. O que muda, muitas vezes,  é o nosso entendimento.   Deus trabalha com a nossa humanidade. Ele é paciente e espera as nossas resoluções. Porém a essência da lei e do direcionamento de Deus tem sempre o mesmo objetivo: a vivência do amor que dá ao homem, feito à Sua imagem e semelhança, a felicidade e plenitude de vida. Praticar os mandamentos e ensiná-los aos outros, dar-nos-á uma qualidade de vida superior à que tem os que não os praticam. <strong> </strong>Jesus mesmo é quem nos forma: é grande no reino dos céus quem pratica e também <img class="alignright" src="http://4.bp.blogspot.com/_7ozdDfa94XQ/ST8clTZ1qfI/AAAAAAAAAPs/m50iKWQR9OE/s400/amar1.bmp" alt="" width="210" height="228" />ensina os Seus mandamentos. Nenhuma só letra foi retirada da lei e tudo terá cumprimento. Portanto, nunca pensemos em excluir da Lei de Deus nenhuma instrução a fim de que ela seja mais flexível por causa das nossas dificuldades. Pelo contrário, com a graça do Espírito Santo, podemos vive-la e muito mais ainda, ensiná-la com fidelidade e assim seremos “<em>considerados grandes no reino dos céus</em>.”  <strong>– Qual é o conceito que você tem da Lei de Deus? – Como você acha que Deus o (a) considera: menor ou maior no reino dos céus?</strong>- – <strong>Você tem sido fiel à prática dos dez mandamentos? – Quais são os dez mandamentos da Lei de Deus? – O que você acha que mudou no coração do homem?</strong> -<strong> Você é daqueles (as) que acham que certos valores já eram?  </strong></p>
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		<title>09/03 &#8211; 3ª. Feira – III semana da quaresma</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 01:44:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>helena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Palavra do dia]]></category>

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		<description><![CDATA[Reflexão Pessoal &#8211;  Daniel 3, 25.34-43 – “no meio do fogo, mas de alma contrita”

Por ordem do Rei Nabucodonosor, Azarias (Daniel) e seus companheiros, que haviam se recusado a adorar a estátua dos seus deuses, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Reflexão Pessoal &#8211;  Daniel 3, 25.34-43 – “no meio do fogo, mas de alma contrita”<br />
<img class="alignleft" src="http://blog.cancaonova.com/tvpt/files/2008/08/gravuras_evangelho_o-velho-testamento_116-tres-homens-dentro-da-fornalha-de-fogo-ardente.jpg" alt="" width="261" height="288" /></span></strong></p>
<p style="text-align: left;">Por ordem do Rei Nabucodonosor, Azarias (Daniel) e seus companheiros, que haviam se recusado a adorar a estátua dos seus deuses, foram jogados na “fornalha ardente” e, aí, louvavam e bendiziam ao Senhor de “<em>alma contrita e espírito de humildade</em>”. No meio do fogo Daniel assume o pecado do seu povo: “<em>estamos reduzidos ao menor de todos os povos&#8230; por causa de nossos pecados” e </em>pede clemência a Deus pelos desmandos do seu povo que passava por humilhação no exílio. <em> </em>Não era propriamente o pecado de Daniel, mas o pecado de uma comunidade. Nós nunca queremos assumir também o pecado coletivo, social. Achamo-nos “bonzinhos (as)” e nunca temos culpa de nada. Precisamos também nós de “<em>alma contrita e em espírito de humildade, de todo o coração” </em>ter confiança na misericórdia do Senhor e assumirmos que     somos coniventes com a maldade que impera no mundo! A fornalha ardente significa para nós a hora da provação, do sofrimento, da grande dificuldade, do beco sem saída, quando não temos a quem recorrer. O fogo são as angústias, as aflições, as incertezas, o abandono, as decepções que nós experimentamos na nossa vida. Nestas horas quantos de nós ao invés de nos apegarmos a Deus, praguejamos e nos rebelamos, só piorando a nossa situação! Como eles, nós também às vezes nos sentimos solitários (as), desamparados (as), sem <em>“chefes, sem profetas, sem guias”, </em>mas o Senhor continua atento às nossas preces e ao louvor que brota de dentro de nosso coração. Louvar no meio da dificuldade é a maior experiência que a nossa alma humana pode vivenciar. Não há quem tenha feito essa prova alguma vez na vida, que possa esquecer o momento da graça do Senhor que nos faz louvá-Lo e Nele confiar. Nessas horas tudo o que nos acontecer será o melhor, pois estará centrado na vontade de Deus para nós. <strong>- Até que ponto você se acha responsável pelas coisas ruins que acontecem no mundo? E na sua família, na comunidade? – Como é a sua reação nos momentos de fogo: humildade ou revolta</strong>?<strong>– Você já experimentou louvar a Deus “no meio do fogo”, da dificuldade, do sofrimento?  </strong><strong>– Reviva as experiências de sofrimento que você teve e perceba como foi o seu comportamento. Faça um paralelo com a experiência de Daniel.-</strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Salmo 24 – “recordai, Senhor, a vossa compaixão!”<img class="alignright" src="http://1.bp.blogspot.com/_2-hTArGmD_U/Stsv1m9plqI/AAAAAAAAADQ/qfzCQpl_6vA/s400/as+estradas+mais+bonitas+do+mundo+5.jpg" alt="" width="227" height="161" /></span></strong></p>
<p> </p>
<p>Nos momentos de dificuldades e de penúria devemos pedir ao Senhor que nos mostre o Seu caminho. A estrada de Deus é a mais segura para nós e a verdade da nossa vida está na Sua Palavra que nos orienta e nos conduz. Somente quem tem experiência com a Palavra de Deus pode provar da Sua compaixão porque nela encontra conforto, sabedoria e ânimo para prosseguir caminhando protegido (a).</p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><img class="alignleft" src="http://andersondiantedotrono.files.wordpress.com/2008/09/wallpaper-perdao-senhor.jpg" alt="" width="329" height="289" />Evangelho</span></strong> – <strong><span style="text-decoration: underline;">Mateus 18,21-35 </span></strong><strong><span style="text-decoration: underline;">– “perdão de Deus, perdão aos homens”</span></strong></p>
<p> </p>
<p>Jesus nos conta esta parábola para que nós possamos conscientemente assumir a nossa condição de devedores e inadimplentes em relação a tudo que recebemos de Deus para bem aplicarmos aqui na terra enquanto caminhamos. Há ocasiões na nossa vida em que nós somos chamados (as) a prestar contas dos bens que nos foram entregues para administrar e, assim, termos a chance de calcular como está a nossa “balança comercial”, e, se temos ou não, capacidade de devolver alguma coisa ao “empregador”.  Chegamos quase sempre à conclusão de que há um déficit que nunca poderemos liquidar. O empregado da parábola que Jesus contou, sabendo da bondade do seu amo, foi inteligente e caiu aos seus pés para implorar a dispensa do seu débito. Porque confiou, recebeu a anistia. No entanto&#8230; Foi condenado porque não usou da mesma medida para agir em relação aos seus próprios devedores. Quis apropriar-se da misericórdia do seu senhor e não a usou para com os seus semelhantes. É assim que acontece também na nossa vida. Enquanto caminhamos na terra temos a grande chance de colocar em prática o fundamento da oração que Jesus nos ensinou: “<em>Perdoai as nossas dívidas assim como nós perdoamos os nossos devedores”.</em> Do contrário, cairemos na nossa própria armadilha. O reino dos céus é feito de perdão, e perdoar sempre, quantas vezes forem necessárias, da mesma forma como Deus Pai nos perdoa é o primeiro estágio para a vivência do Seu mandamento maior, o Amor. O perdão é o segredo do reino de Deus. Não podemos limitar a Misericórdia de Deus a números e a circunstâncias, por isso, a nossa capacidade de perdoar também deve ser ilimitada. Pedir perdão e perdoar é a receita para um bom <img class="alignright" src="http://igreja.essencial.nom.br/simbol.gif" alt="" width="259" height="185" />relacionamento dentro do projeto de Deus para a nossa vivência aqui na terra.  A hora é essa: estamos vivendo dentro do prazo que o Senhor nos dá para que possamos pagar a “dívida” que assumimos no mundo em conseqüência das nossas más ações ou da má aplicação dos bens que Dele recebemos. No céu, só entrarão, aqueles (as) que, reconhecendo a sua dívida, cairão aos pés  do “patrão” pedindo clemência, mas que também tenham em si a marca do perdão que concederam aos homens aqui na terra.  <strong> Reflita&#8230;..- Você tem perdoado&#8230;.sempre? </strong><strong>– Você usa de misericórdia com o próximo da mesma forma que alcança a misericórdia de Deus? – Como você age com as pessoas que lhe devem alguma coisa? – Você dá alguma chance a elas ou prefere revanche </strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong><strong> </strong></p>
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		<title>FAMÍLIA, ORIGEM DE TUDO.</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 01:51:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>helena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>

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		<description><![CDATA[QURESMA TEMPO DE CONVERSÃO NA FAMÍLIA

“O coração dos pais há de voltar-se para os filhos e o coração dos filhos para seus pais, para que eu não intervenha ferindo de maldição a vossa terra”. (Malaquias ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>QURESMA TEMPO DE CONVERSÃO NA FAMÍLIA</em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em><img class="aligncenter" src="http://2.bp.blogspot.com/_NUIU61TFvK0/SaQzs4PAz8I/AAAAAAAACgs/2h8vYU9m1hU/s400/e.jpg" alt="" width="400" height="299" /></em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>“</em></strong><em>O coração dos pais há de voltar-se para os filhos<strong> </strong>e o coração dos filhos para seus pais, para que eu não intervenha ferindo de maldição a vossa terra”. (Malaquias 3,24)</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>A quaresma é o tempo litúrgico de conversão, que a Igreja marca para nos preparar para a grande festa da Páscoa. É o tempo favorável para nos arrepender de nossos pecados e de mudar algo em nós a fim de que sejamos melhores e, assim, possamos viver mais próximos de Cristo. É um tempo de reflexão, de penitência, de conversão espiritual; tempo e preparação para o mistério pascal.   Na Quaresma, Cristo nos convida à conversão e mudança de mentalidade.  A Igreja nos convida a viver a Quaresma como um caminho em busca de Jesus Cristo, escutando a <img class="alignleft" src="http://www.diocese-braga.pt/acaminho/subsidios/09_b/ii_quaresma_b_small.jpg" alt="" width="298" height="248" />Palavra de Deus, orando, compartilhando com o próximo e praticando boas obras. Também nos impele a viver uma série de atitudes cristãs que nos ajudam a nos parecer mais com Jesus Cristo, já que por ação do pecado, nós nos afastamos de Deus e perdemos a nossa identidade com Ele.</p>
<p>Por isso, a Quaresma é o tempo do perdão e da reconciliação fraterna. É tempo de repensar a vida e de conscientização. Para nós UM NOVO CAMINHO, é tempo de preparação para podermos viver uma vida nova, em família. Toda a nossa formação durante esse tempo de Quaresma tem como objetivo principal imprimir em cada jovem, em cada participante da nossa comunidade a grande necessidade de celebrarmos a Páscoa de uma maneira diferente, encarnada, vivida e experimentada, em família. Deus quer salvar as famílias a partir dos seus jovens! Jesus veio a nós para nos salvar e pais e filhos constituem a primeira preocupação de Deus para salvar a terra!  São como que o fio da meada para que o Criador nela intervenha e estabeleça a ordem da criação.  A terra está sendo devastada, massacrada, agredida, naquela que é a sua primeira célula, que é a guardiã do tesouro, sentinela da obra prima de Deus. A família é o começo da história de todo homem.</p>
<p style="text-align: center;"> <img class="aligncenter" src="http://4.bp.blogspot.com/_vnaeBMqlzX8/Soqi9pddXLI/AAAAAAAABOo/j__g9ya9iZ8/s320/FAM%C3%8DLIA+AOS+P%C3%89S+DA+CRUZ.jpg" alt="" width="298" height="299" /></p>
<p>Fala-se muito hoje de miséria, desemprego, violência, inflação, injustiça social, porém o que mais tem agredido a terra é o <strong>desamor,</strong> isto é, a falta do <strong>Amor de Deus</strong> vivenciado a partir do coração do homem e refletido, como conseqüência, no seio da família, depositária dos valores que mais influem na construção do mundo e da sociedade. A falta desse Amor no coração do homem gera a complexa e intrincada teia que envolve a humanidade a partir do seu berço.</p>
<p>O Amor de Deus é incondicional, constante, fiel, gratuito, paciente, misericordioso. Não impõe condições, não exige retorno, espera sempre, é pessoal, para cada um em particular.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.aveluz.com/rosari10.jpg" alt="" width="254" height="338" />O amor do homem é imperfeito, interesseiro, injusto, impõe condições, cobra, exige, reclama. A grande obra que Deus quer realizar na face da terra é fazer com que o Seu Amor divino, perfeito e misericordioso, seja derramado no coração do homem, pelo poder do Espírito Santo que <strong>Jesus</strong> <strong>Cristo </strong>enviou depois da <strong>Sua Morte na Cruz e Ressurreição</strong>, a fim de <em>“renovar a face da terra”.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Em muitas famílias esse Amor ainda não germinou porque a semente ainda nem foi plantada. A partir dos relacionamentos entre jovens enamorados, noivos e casais recém-casados, já se percebe o tipo de “<em>amizade e amor”</em> que unirá as futuras famílias da terra. Um amor baseado no “quero ser feliz”, no prazer, nas emoções, na paixão e até na pressa de realizar sonhos e projetos pessoais.</p>
<p>O Amor de Deus deve ser plantado no coração do homem, ainda no berço, desde o ventre materno. Se o homem e a mulher percebessem a grandiosidade da missão do AMOR e captassem a beleza de se conceber no coração a semente da verdadeira felicidade, a terra estaria sendo renovada e não haveria miséria, fome, violência e todo mal que hoje nós presenciamos.</p>
<p>É do coração do homem que parte toda espécie de maquinações, mas é também no coração de um pai de uma mãe e dos seus filhos que brota o essencial para que se tenha um povo forte, preparado para enfrentar os desafios naturais que a vida se lhe impõe.</p>
<p style="text-align: center;"> <img class="aligncenter" src="http://blog.cancaonova.com/cantinho/files/2009/05/familia.jpg" alt="" width="365" height="338" /></p>
<p>Não é o Presidente da República, nem qualquer governante ou político que tem na mão a chave ou o segredo para desvendar a trama que envolve hoje a sociedade em qualquer país do mundo. Não adiantarão as fórmulas científicas, as concepções de marketing, os planos econômicos, as previsões otimistas ou pessimistas para o sucesso da humanidade. A chave e o segredo para a solução de tudo estão na mão de<img class="alignright" src="http://1.bp.blogspot.com/_PpVs9GJLCRA/Sti8wbY5CtI/AAAAAAAAAdY/kEWzeMBok8k/s400/lovedea.jpg" alt="" width="318" height="280" /> cada homem e de cada mulher de boa vontade que deseja contribuir para o bem da humanidade: conceber Deus no seu coração; amar com o Amor que parte da fonte do Criador e dar testemunho dele dentro da sua casa. Amor que sabe perdoar, aceitar, tolerar, ensinar, formar, exortar, construir, repartir, silenciar e se preciso for, até morrer, renunciando a vontade própria, sendo submisso aos desígnios de Deus, Amor de Cruz, Amor de Ressurreição, Amor de Vida Nova.</p>
<p>Por meio  da Sua Palavra, Deus Pai e Criador orienta o homem e a mulher a usarem a chave que têm em suas mãos para que Ele “<em>não intervenha ferindo de maldição a terra</em>”. A chave é a conversão, transformação interior, mudança de rumo e de mentalidade ações que nos são propostas neste tempo de quaresma.<strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong><strong><em>“</em></strong><em>O coração dos pais há de voltar-se para os filhos<strong> </strong>e o coração dos filhos para seus pais” </em>quando ambos, pais e filhos tiverem seu olhar voltado para Deus, fonte de vida, criador de tudo, que tudo sabe e que traçou o itinerário dentro do próprio coração do homem.<strong></strong></p>
<p>O olhar para Deus significa colocar a expectativa, o ideal de vida e a esperança NELE, que é o Autor e Construtor do sonho de cada homem, obra <img class="alignright" src="http://blog.cancaonova.com/minhafamilia/files/2009/12/familia.jpg" alt="" width="266" height="231" />prima da criação e objeto da benevolência divina. Que neste ano, possamos, nós, pais e filhos, celebrarmos a Páscoa de uma maneira diferente, com a consciência plena  de que estamos contribuindo com o projeto de Deus para a humanidade que é a salvação do mundo a partir das suas famílias.<strong></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Helena  Colares Serpa</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>08/03  – 2ª. Feira – III semana da quaresma</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 00:57:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>helena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Palavra do dia]]></category>

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		<description><![CDATA[Reflexão Pessoal &#8211;  2 Reis 5, 1-15 – “as águas do Batismo”
Naamã, homem estimado, considerado, valente guerreiro, porém, era leproso Desejando ser curado, partiu  para Samaria à procura do profeta Eliseu, um homem de Deus. ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;"><img class="alignright" src="http://4.bp.blogspot.com/_iKC30BNLYAs/SykzZQkrCII/AAAAAAAAAQk/Tv3UPAylkvo/s400/Naam%C3%A3+5.jpg" alt="" width="400" height="296" />Reflexão Pessoal &#8211;  2 Reis 5, 1-15 – “as águas do Batismo”</span></strong></p>
<p>Naamã, homem estimado, considerado, valente guerreiro, porém, era leproso Desejando ser curado, partiu  para Samaria à procura do profeta Eliseu, um homem de Deus. Preparou-se levando dinheiro, ouro e mudas de roupas e presentes valiosos, assim como cartas de apresentação do rei de seu país para o rei de Israel, a fim de receber a cura para a sua enfermidade. Assim sendo, ele refletiu a mentalidade do mundo diante das circunstâncias que a vida lhe impõe, quando não entende a intervenção poderosa de Deus e acha que agradando aos “reis e soberanos” da terra, encontra a saída para as suas moléstias.  Porém, o rei diante do que lhe era proposto reagiu com veemência e recusou os seus presentes reconhecendo a sua incapacidade e até suspeitando ser vítima de um embuste. No entanto, Eliseu, homem de Deus, com naturalidade, sem mesmo precisar vê-lo, o instruiu para que mergulhasse sete vezes no Jordão a fim de que a sua carne fosse curada e limpa. E foi justamente essa sua simplicidade que levou Naamã a desconfiar da sua orientação.  Ele, sem imaginar que Deus teria poder de tocá-lo e curá-lo sem necessidade de que estivesse na presença de “homens”, afirmou: <em>“Eu pensava que ele sairia para me receber e que, de pé, invocaria o nome do Senhor, seu Deus, e que tocaria com sua mão o lugar da lepra e me curaria”.</em> Assim somos nós, embora que sejamos estimados, considerados, honestos e guerreiros, somos também, leprosos (as) A lepra é o pecado e só seremos libertos (as) do pecado quando mergulharmos nas águas do Batismo, com Jesus. Não precisamos de pompas nem de grandes coisas, mas simplesmente admitir que precisamos nos humilhar e reconhecer a necessidade de mergulhar na perfeição de  Deus sete vezes, isto é, sempre. O Espírito Santo é a água que nos purifica e mergulhar no Espírito Santo é ser lavado nas águas da misericórdia do Senhor.  É pela nossa perseverança, pela nossa constância e fidelidade que nós obtemos os favores de Deus que cura as nossas enfermidades e as nossas “lepras”. É fiel quem tem fé e quem aceita os tratamentos do <strong>Espírito</strong> <strong>Santo</strong>, que na maioria das vezes, têm efeito por meio de uma simples oração, pela participação na Eucaristia, na confissão, ou pela prática do jejum, da esmola, das boas ações, do perdão ao irmão (ã), feitos com perseverança. Queremos coisas muito especiais, por isso, continuamos leprosos (as) necessitados (as) de atenção, porém o Senhor cheio de misericórdia e de amor nos ordena apenas que mergulhemos sete vezes no Jordão<strong>.   – O que é para você mergulhar no Jordão? – Você confia em que o Senhor pode curá-lo sem que você precise estar na presença dos “Eliseus”? – Você é perseverante na oração e nos sacramentos? </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Salmo 41 <em>–“Minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo: e quando verei a face de Deus?”<img class="alignleft" src="http://www.dosquedancam.blogger.com.br/oleo_danca.jpg" alt="" width="200" height="214" /></em></span></strong></p>
<p>Somos enfermos, sedentos e necessitamos da água de Deus que é a Sua Misericórdia. A sede que temos de Deus se manifesta através da tristeza, angústia, da aflição, do medo, da falta de esperança. Porém, quando tomamos consciência de que é o Senhor quem tem o remédio para os nossos males, aí então sentimos a alegria de ver a Sua face que se apresenta a nós de muitas maneiras. Cante esse salmo e tenha a sua alma refrigerada e consolada.</p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong></p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"> <strong><span style="text-decoration: underline;">Evangelho – Lucas 4, 24-30 – “a quem Deus nos envia?”</span></strong></p>
<p>Jesus abria os olhos do povo de Nazaré que não O acolhia nem o reconhecia, dizendo-lhes: <em>“nenhum profeta é bem recebido em sua pátria”. </em>Reportando-se às figuras de Elias e de Naamã, o sírio, Ele quer nos prevenir que nem sempre nós teremos sucesso no ambiente em que as pessoas já têm o costume de nos escutar.  Assim também nós não damos muita importância a quem está perto de nós, por isso vamos procurar longe, os milagres que Deus tem poder de fazer, perto de nós. O poder vem do alto e não depende de quem quer que seja, mas da vontade do Senhor <img class="alignright" src="http://www.freewebs.com/evangelizacaoespirita3/jesus-criancas2.jpg" alt="" width="328" height="237" />e  da nossa fé. <em> </em>Assim, Elias foi mandado para fazer prodígios na vida de uma viúva, fora de Israel e Naamã, o sírio, precisou ir a Israel para que o profeta Eliseu o orientasse e ele fosse curado da lepra, mesmo que lá, em Israel,  existissem muitos leprosos que não haviam conseguido a cura. Essas interferências são próprias da nossa natureza humana que não admite se curvar diante do poder que Deus tem sobre nós. Jesus falava estas coisas aos judeus que não O reconheciam porque Ele era o filho de um simples carpinteiro que morava perto deles. Todos O conheciam e não acreditavam que Nele estava o poder do Espírito Santo. Por isso, quando nós somos enviados (as) para falar de Jesus no meio da nossa família, nós não precisamos nos angustiar se, às vezes, não conseguimos êxito, mas,  tão somente,  confiar na força e no poder do Espírito que poderá agir no meio do nosso povo,  mesmo que  não acreditem em nós. Perseverar e nunca desistir de ir, é a nossa parte. Em todos os lugares e em qualquer situação nós poderemos ser os Elias, os Eliseus de hoje, assim como também, os Naamã e as viúvas de Serepta.  Às vezes,  não fazemos sucesso onde queríamos, mas o Senhor nos envia a alguém a quem nem imaginamos, para que por nosso meio ele possa obter cura e libertação. &#8211; <strong>A quem você se sente chamado (a) a evangelizar? – Você já fez a experiência de ir à busca dessas pessoas? – Para você o que é evangelizar? – Você já desistiu de evangelizar na sua casa? </strong><em> </em></p>
<p>   <strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>07/03 &#8211; III Domingo da Quaresma</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 03:14:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>helena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Palavra do dia]]></category>

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		<description><![CDATA[Reflexão Pessoal – 1ª. leitura &#8211; Êxodo 3,1-8.13-15 – “chamados a ir mais além no deserto da vida”
Moisés foi para o deserto como fugitivo porque havia cometido um crime e teve medo da punição. Deserto ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Reflexão Pessoal – 1ª. leitura &#8211; Êxodo 3,1-8.13-15 – “chamados a ir mais além no deserto da vida”<img class="alignright" src="http://phngoiania.files.wordpress.com/2009/10/moises_e_sar_a_ardente_2.jpg" alt="" width="287" height="338" /></span></strong></p>
<p>Moisés foi para o deserto como fugitivo porque havia cometido um crime e teve medo da punição. Deserto é lugar de solidão, de secura, de aridez, de isolamento, de fuga.  Lá no deserto, ele se acomodou e vivia pastoreando o rebanho do seu sogro. A sua vida, com certeza, devia ser insípida e sem graça. Mas, um dia, Moisés sentiu um desejo de ir mais adiante nos passos que ele dava todos aaaos diariamente.  Atravessou a linha do deserto e encontrou em outra realidade algo que lhe chamou a atenção, o atraiu e que mudou a sua vida. A história de Moisés não é muito diferente da história do homem e mulher dos nossos dias. Vivemos no deserto quando estamos cuidando de nós mesmos, em uma solidão a dois, a quatro e muitas vezes, até no meio da multidão. Cultuamos o isolamento, o não compromisso com o próximo, mesmo com aqueles que convivem conosco. Valorizamos a nossa individualidade e amargamos por isto, a solidão e a secura da nossa alma nos nossos relacionamentos. Até dentro de uma família também acontece esta realidade: <em>cada um para si e&#8230;nem Deus para o outro.</em>  Porém, Deus nos criou com uma necessidade muito maior da que nós próprios podemos suprir. O ser humano não se basta a si mesmo. O saciar das nossas necessidades só acontece em Deus. Dentro de cada homem e de cada mulher existe a marca de Deus, por isso, o <em>“homem não descansa enquanto não encontra a Deus”.</em> O desejo de Deus é como um selo que foi impresso no nosso coração por Ele mesmo. Por isso é que nós, assim como Moisés, em certo momento da nossa vida somos impelidos a ir mais adiante, além de nós mesmos para encontrarmos Aquele que faz o nosso coração arder como aquela sarça que Moisés via e que não era consumida pelo fogo. A sarça ardente é o nosso coração ardente do Amor de Deus pelo fogo do Espírito Santo.  Ao encontrar este fogo do Amor de Deus nós somos levados (as) a sair do nosso isolamento. O encontrar-se com Deus faz com que nós encontremos o nosso próximo. É o próprio Deus quem nos mostra   a necessidade e carência do nosso irmão (ã) que está perto de nós e a quem antes nós ignorávamos.  O homem que buscar a felicidade só a encontrará quando encontrar Deus e o irmão.  O chamado é pessoal. Cada um de nós é um universo, mas partindo de cada um, Deus quer recriar a unidade do todo. Cada novo dia para nós é momento de recriação.  <strong><em>Ser para o outro</em></strong><em> </em>é o chamado de Deus para nós, em família, em comunidade e por onde nós andarmos.  Tirar o outro da escravidão do Egito, das mãos do FARAÓ e  enfrentar as dificuldades, quaisquer que sejam elas, é um desafio que Deus nos lança. Só o Amor de Deus nos fará cometer atos de heroísmo. Só o Amor de Deus nos fará amar o outro como a nós mesmos. O AMOR amado gera mais amor para amar. Saia do deserto dê um passo. O desejo de Deus o impelirá e você será um novo Moisés cujo nome será lembrado de geração em geração. <strong>– Você já teve essa experiência de ir além do deserto da sua vidinha? – Você já foi atraído (a) pela sarça do Espírito Santo? – O fogo o (a) desinstalou ou você ainda está preso (a) apenas à sua visão? -   Você já tem consciência de que é o Moisés na sua casa? Que você foi escolhido por Deus para tirar o seu povo da “escravidão do Egito”? Pense nisto!</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Salmo 102 – <em>“O Senhor é bondoso e compassivo!”<img class="alignright" src="http://www.tudook.com/portalcatolico/images/p109_1_00.jpg" alt="" width="283" height="227" /></em></span></strong></p>
<p> </p>
<p>Ser compassivo é ser cheio de amor, portanto assim é que o Senhor é. Ser compassivo (a) é saber viver com paixão a vida que Deus nos dá. Que os nossos lábios se abram e que a nossa alma nos anime a sempre louvar a Deus pelo amor com que Ele nos ama. Que possamos em todos os momentos da nossa vida bendizer o Senhor com a nossa alma e todo o nosso ser.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">2ª. Leitura 1 Cor. 10, 1-6.10-12 – “Cristo, ontem, hoje e sempre é o rochedo espiritual”</span></strong></p>
<p>São Paulo nos revela uma realidade muito presente na nossa caminhada aqui na terra. Desde sempre Deus assiste o Seu povo e Jesus Cristo é o nosso rochedo espiritual desde toda a eternidade.     Assim, pois, o povo todo que atravessou o deserto teve a mesma proteção e providência de Deus para as suas necessidades. O Senhor deu a uns a mesma oportunidade que deu aos outros, mesmo assim a maior parte deles desagradou a Deus, por isso, morreram no deserto. O que significa então morrer no deserto?  A morte no deserto é uma conseqüência do nosso pecado e da <img class="alignleft" src="http://flogvip.net/fotos/c/a/n/cantinhodedeusejesus/f/20100106222521253.jpg" alt="" width="237" height="338" />nossa intransigência em permanecer escravizado por ele. Todos nós aqui também estamos atravessando o deserto da nossa vida. Não é o ato de atravessar o deserto que nos leva à morte, mas a maneira como nós o fazemos, quando conscientemente, nos afastamos do nosso rochedo espiritual que é Jesus e murmuramos, reclamamos do sofrimento, nos rebelamos e queremos escapar de algum jeito, fazendo qualquer coisa para nos livrarmos da cruz pensando que tudo podemos e que não precisamos de ninguém. A história do povo de Deus que a Bíblia nos conta nos serve então  de exemplo para a nossa peregrinação aqui na terra. Somos também aquele povo, feito da mesma matéria, temos a tendência de nos auto-proteger e achamos que as coisas ruins só podem acontecer com os outros, pois nós temos a força de superar todos os desafios. São Paulo também nos adverte: <em>“Portanto, quem julga estar de pé tome cuidado para não cair”</em>. – <strong>Para você o que significa essa advertência de São Paulo</strong>? <strong>– Você está convencido (a) de que Deus o (a) assiste a cada momento da sua vida?</strong> – <strong>O que você entende por Rochedo Espiritual? <em> </em></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Evangelho – Lucas 13, 1-9 – “a morte pelo pecado ”<img class="alignright" src="http://1.bp.blogspot.com/_V-VK9SGMYn4/RfKyt9SNcQI/AAAAAAAAAFg/XSU_yKn7uZo/s320/jesap17.jpg" alt="" width="263" height="320" /></span></strong></p>
<p>Quando as pessoas deram a notícia sobre os galileus a quem Pilatos havia matado Jesus lhes esclarece as suas dúvidas que tinham em relação à morte a que todos nós estamos sujeitos, independentemente do bem ou do mal que tivermos praticado. Porém, voltando-se novamente para eles Jesus os adverte e dá a eles um entendimento sobre a morte espiritual. A morte espiritual é a morte  da alma pelo pecado. Por isso, Jesus nos esclarece que a nossa conversão e a mudança de vida são condições para que também não morramos nos nossos pecados, isto é, espiritualmente. A “morte espiritual” é aquela em que nós perecemos por causa do pecado que nos afasta de Deus,  desarmoniza a alma impedindo-nos de dar frutos bons. Assim sendo, Ele nos conta a parábola da figueira que foi plantada no meio de uma vinha, na qual o seu proprietário procurava figos, há já três anos e nada encontrava. Aborrecido o dono da figueira manda cortá-la, porque ela estava “inutilizando a terra”.  Somos também como uma figueira que foi plantada no meio da vinha de Deus. Estamos ocupando um espaço, recebemos assistência, e há também um vinhateiro que cuida de nós com paciência de mestre, apesar disso, nós nos obstinamos em permanecer do jeito que somos e preservamos a nossa individualidade de pecadores. Jesus é o vinhateiro a quem Deus Pai entregou a Sua vinha, mas que acolhe até mesmo os que são diferentes. Cabe a cada um de nós nos deixarmos cavar, adubar, regar a fim de que possamos dar frutos de justiça e santidade, paz, amor para alimentar o mundo. O Senhor é paciente e permite a cada dia que nós assumamos o lugar e o compromisso com a Sua vinha. Deus não quer a morte do pecador, mas a sua conversão e mudança de vida. Pensamos que as coisas ruins que nos acontecem são um castigo de Deus por causa dos nossos pecados. Quando então, reconhecemos que somos culpados carregamos um fardo pesado e achamos que seremos condenados pelas nossas ações; O Senhor nos dá a chance, precisamos apenas aproveitá-la! Por outro lado, quando nos consideramos “bonzinhos ou boazinhas”,  achamos que somos injustiçados pelas coisas ruins que bateram à nossa porta.   Jesus, porém, nos exorta: se não nos convertermos, se permanecermos no erro, no pecado, na desobediência, serão também naturais as más conseqüências que sofreremos. <strong>– Qual é a visão que você tem das “desgraças” que acontecem no mundo? &#8211; Você tem conseguido perceber que conseqüências as suas ações têm trazido para a sua vida</strong>? <strong>– Quais os frutos que você tem oferecido para alimentar o povo de Deus? – Você entendeu o que é a morte espiritual?</strong></p>
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		<title>06/03 – sábado –II semana da quaresma</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 09:40:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>helena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Palavra do dia]]></category>

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		<description><![CDATA[Reflexão Pessoal &#8211;  Miquéias 7, 14-15.18-20 &#8211;   “Deus  não guarda rancor para sempre”
O profeta Miquéias canta para o povo que volta do exílio a compaixão de Deus e revela também a nós os propósitos do ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><img class="alignleft" src="http://blog.cancaonova.com/padreanderson/files/2009/12/saints_innocents.jpg" alt="" width="235" height="195" />Reflexão Pessoal &#8211;  Miquéias 7, 14-15.18-20 &#8211;   “Deus  não guarda rancor para sempre”</span></strong></p>
<p>O profeta Miquéias canta para o povo que volta do exílio a compaixão de Deus e revela também a nós os propósitos do Seu coração que não guarda rancor para sempre e ama a misericórdia. Por isso, nós podemos ter esperança de que o Senhor nos fará ver novos prodígios, isto é, vislumbrar uma vida nova coerente com os Seus planos. A autoridade de Deus se apóia no cajado da Sua misericórdia. Que nós possamos nos submeter ao cajado da Sua autoridade, pois somos rebanho da sua propriedade e necessitamos da Sua condução.   Mesmo que não tenhamos muitos frutos para apresentar ao Senhor, Ele nos dá sempre uma nova chance lançando ao fundo do mar todos os nossos pecados. Nós também vivemos no exílio do pecado, e caminhamos neste mundo em busca da pátria definitiva. A certeza de que somos também resto de sua propriedade e que Deus apaga a iniqüidade e esquece o nosso pecado dá-nos novo ânimo e segurança para que retornemos à nossa terra, isto é, ao lugar que o Senhor já nos designou.    Portanto, neste tempo de Quaresma <img class="alignright" src="http://1.bp.blogspot.com/_npyTwt042RQ/Sx_eV3JUnAI/AAAAAAAAIDE/lp38WaKivbE/s400/Pr.+Divino+de+Deus+Eterno+-+Ess%C3%AAncia+do+Amor+(2009).JPG" alt="" width="187" height="147" />nós precisamos perseguir a conversão tomando consciência de que é um tempo propício para que nós façamos a nossa prece ao Senhor e que Ele se compadeça de nós e nos dê uma vida nova. Deus é fiel e justo, portanto cumpre com todas as promessas que fez a nossos pais desde tempos remotos. Somos Sua propriedade e Ele quer para nós o que há de melhor e duradouro. Apossemo-nos da nova vida que Ele já colocou à nossa disposição e não percamos tempo. Conversão, hoje!  <strong>- Você se considera propriedade de Deus?  Você sente a Sua misericórdia e a Sua compaixão? – Você tem percebido a Sua presença na sua vida? – Como está o seu coração? – Você sente a paz que é fruto da justiça do Senhor? – Você é uma ovelha fugida querendo voltar? – Então se apóie no cajado do Senhor e deixe que a Sua misericórdia visite a sua miséria.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Salmo 102 – “<em>O Senhor é indulgente e favorável!”<img class="alignleft" src="http://2.bp.blogspot.com/_mkniXDN0QaQ/SYb860Yy8_I/AAAAAAAABDk/740Bbm0rrQE/s320/cora%C3%A7ao.JPG" alt="" width="247" height="144" /></em></span></strong></p>
<p>Às vezes não acreditamos na misericórdia do Senhor porque duvidamos também de que ele possa esquecer por completo as nossas más ações do passado. Não entendemos que o amor de Deus é muito maior do que a nossa miséria. Precisamos sempre conscientizar a nossa alma dos favores do Senhor para que assim ela possa bendizê-Lo com convicção. Assim sendo, será mais fácil acolhermos a Sua indulgência.</p>
<p style="text-align: center;"><strong> <span style="text-decoration: underline;">Evangelho – Lucas 15,1-3.11-32</span> – “<span style="text-decoration: underline;">A festa do reencontro&#8221;<img class="alignright" src="http://partilhar.files.wordpress.com/2008/03/filho-prodigo.jpg" alt="" width="331" height="285" /></span></strong></p>
<p>Jesus nos acena com o perdão e a reconciliação e nos aponta o caminho de volta para a Casa do Pai, o arrependimento sincero. O processo da volta começa com a nossa contrição e o nosso propósito de não mais nos afastar de Deus.  No entanto, hoje, ao invés de nos fazer refletir acerca do nosso arrependimento aqui na terra, Ele nos dá uma visão do que poderá acontecer com cada um de nós quando chegar o momento da nossa viagem para o infinito. É muito salutar que nós tenhamos em vista também o dia da nossa morte, pois podemos ser pegos de “surpresa” a qualquer momento. Por isso, reflitamos com a Palavra: ”<em>Da terra Deus criou o ser humano e o formou à sua imagem. E à terra o faz voltar novamente &#8230; Concedeu-lhe dias contados e tempo determinado, dando-lhe autoridade sobre tudo o que há sobre a terra.  Concedeu aos humanos discernimento, língua, olhos, ouvidos e um coração para pensar;&#8230; Deu-lhes ainda a ciência do espírito, encheu o seu coração de bom senso } e mostrou-lhes o bem e o mal. Firmou com eles uma aliança eterna e mostrou-lhes sua justiça e seus julgamentos. Ele lhes disse: “Guardai-vos de tudo o que é injusto!” E a cada um deu mandamentos em relação a seu próximo.” </em>(<strong>Eclo. Cap. 17 vs. 1ss.)  </strong>Como vimos aqui, todos nós também recebemos a parte da nossa herança para bem vivermos aqui na terra. Gastar a herança aqui é direito que nós temos, no entanto, o modo como nós consumimos o nosso legado é o que faz toda a diferença para nós. Quando nos afastamos de Deus e queremos ser donos da nossa vida, ter “liberdade”, viver sem restrições e fazer o que nos dá na telha, nós desperdiçamos o que recebemos de Deus e sofremos as conseqüências, por isso, nos sentimos perdidos, afundados na lama, famintos e humilhados. Esta é a chance que temos ainda durante a nossa vida terrena de nos reabilitar e reconquistar a nossa cidadania desde já. Jesus já nos libertou!  O Pai nos espera!    Podemos voltar!  No entanto, às vezes nem assim nós nos rendemos e continuamos envolvidos nas artimanhas que nós mesmos tramamos contra nós. Chega então, para nós, o dia do retorno, pois o tempo passou e o juiz dá o apito final. E agora? O Pai nos espera? Jesus está a postos? Podemos voltar? Se tivermos esperança tão somente para esta vida, com certeza, estaremos sendo injustos com Aquele que tem como essência o Amor e não sabe fazer outra coisa senão, amar. O Pai nos espera Jesus está a postos para nos justificar, podemos voltar! Porém, o nosso arrependimento sincero e o nosso reconhecer Jesus que nos levará ao Pai será a chave que nós podemos usar para que a porta do céu se abra. Assim, podemos pensar que nós mesmos temos nas mãos a chave que abrirá a porta do céu para nós. O Pai <img class="alignleft" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img2/225542_4.jpg" alt="" width="237" height="281" />espera ansioso a nossa volta, e o nosso arrependimento será a única oferta que nós podemos apresentar quando também corrermos para Ele: “<strong><em>Pai, pequei contra Ti. Já não mereço ser chamado teu filho”.</em></strong> Esta é a chave! O Pai também mandará preparar a festa, mandará trazer a melhor túnica para nos vestir, nos colocará um anel no dedo e calçará os nossos pés com sandálias. Tudo isto é uma visão espiritual para nos mostrar que nunca seremos rejeitados por Deus, mesmo que sejamos os maiores pecadores e isso depende de nós.  O “bom ladrão” reconheceu Jesus no último momento e a ele foi concedido entrar no Paraíso, naquele mesmo dia. Mesmo que todos os outros que se consideram “justos” como o filho mais velho não compreendam nós precisamos ter a certeza de que Jesus é quem vai nos apresentar ao Pai e será Ele quem nos justificará mediante a nossa Fé e o nosso arrependimento sincero. Quem não se arrepende não precisa ser perdoado, porém quem reconhecer o seu pecado receberá o perdão do Pai. <strong>-  Você já experimentou voltar para Deus arrependido e humilhado? Como você se sentiu? &#8211; Quando você erra volta-se pra Deus com o coração de filho (a) ou de empregado (a)?   - E quando você não se arrepende,  embora saiba que não fez certo, como você se sente? – Você acha que será bem recebido (a) nos tabernáculos eternos? – Qual é a idéia que você tem em relação a outra vida? – Você já está com a chave nas mãos? </strong></p>
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		<title>05/03 – 6ª. Feira –II semana da quaresma</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 01:42:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>helena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Palavra do dia]]></category>

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		<description><![CDATA[Reflexão Pessoal &#8211;  Gênesis 37, 3-4.12-13.17-28 –“amor e ódio, incoerência” 
O amor tem a sua cota de incoerência, por isso, também traz uma parcela de dor e sofrimento. A história de José do Egito começa ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;"><img class="alignright" src="http://farm4.static.flickr.com/3267/2735880522_4492e9ca87.jpg" alt="" />Reflexão Pessoal &#8211;  Gênesis 37, 3-4.12-13.17-28 –“amor e ódio, incoerência” </span></strong></p>
<p>O amor tem a sua cota de incoerência, por isso, também traz uma parcela de dor e sofrimento. A história de José do Egito começa com a implicação do fato de ser ele o “filho mais amado” pelo seu pai, Israel (Jacó). O amor de Israel por José sobressaia por causa do zelo que o pai tinha com ele, o filho mais novo e que lhe tinha nascido na velhice. Os seus irmãos odiavam-no e o invejavam, por isso, tramavam contra o irmão menor procurando encontrar uma maneira de se verem livres dele. Alguns planejavam a sua morte, outros apenas queriam-no longe a fim de poderem desfrutar melhor das benesses que o pai lhes podia proporcionar. Apareceu-lhes então a oportunidade quando eles avistaram a caravana de ismaelitas que transportava produtos para serem comercializados no Egito. Eles então o venderam como uma mercadoria qualquer que completava o estoque daqueles camelôs a caminho do Egito em busca de riqueza.  Tomando o exemplo dos irmãos de José nós também podemos fazer uma avaliação da nossa postura diante do amor de Deus que se revela na nossa vida e na vida de cada  pessoa. Às vezes, nós não nos sentimos amados por Deus porque não estamos acolhendo o Seu “modo”  de zelar por nós, não estamos entendendo o que Ele nos fala diariamente nem o que Ele nos sugere como forma de vida. Esquecemos de que Deus ama a cada um de nós de uma maneira pessoal, individual e que somos como um filho único  diante do Pai.  Ao contrário, estamos mais voltados (as) para o mundo e para as pessoas invejando a sua vida ou esperando delas o amor que elas não têm para nos fornecer. Outras vezes, nos detemos a invejar as pessoas que à nossa vista são mais aquinhoadas por Deus porque estão acolhendo as graças de Deus e, porque não entendemos nada,  a nossa vingança também  é a de mandá-las para o Egito.  O Egito significa um lugar de escravidão, de humilhação, de cadeias, e assim lançamos a sorte daquela dessa pessoa como foi lançada a sorte de José   pelos seus próprios irmãos. Podemos hoje ser José, Judá, Rubem. Hora somos perseguidos pela inveja dos nossos irmãos e irmãs, hora somos nós mesmos que invejamos e tramamos contra eles (as). Ninguém está fora disso!  Na nossa humanidade nós só admitimos ocupar o primeiro lugar em tudo, ser os primeiros na preferência das pessoas, e  invejamos quando alguém se sobressai mais, chama mais atenção que nós e recebe mais carinho. Se, não matamos literalmente, se, não vendemos literalmente, nós depreciamos, nós propagamos, nós caluniamos as pessoas com simples palavras, gestos, julgamentos.  Algumas vezes nós conspiramos contra alguém a quem nós consideramos mais privilegiados do que nós e a inveja e o despeito tomam conta do nosso coração. Precisamos firmemente nos apossar da certeza de que somos filhos e filhas amados do Pai e que independentemente da nossa situação de vida a Fé no Seu Amor misericordioso é a razão para que possamos receber a herança que nos foi  destinada por meio de Jesus, o Filho amado do Pai. <strong>– Você tem fé no amor misericordioso de Deus? – Você sente este amor? Como você se sente diante das pessoas que dão testemunho ao mundo de que são amadas por Deus? – Você as inveja? </strong> <strong>Você acha que há diferença entre “matar” e “fazer desaparecer da vista”? – Será que você age como os irmãos de José? – De quem você quer ver-se livre? -  Você se sente de alguma maneira, preterido, (a), menos querido (a) do que outros (as?  </strong></p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.rihappy.com.br/Imagens/produtos/produtos400/2411180.jpg" alt="" width="230" height="187" /> <strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong><strong><span style="text-decoration: underline;">Salmo 104 – <em>“Lembrai sempre as maravilhas do Senhor!”</em></span></strong></p>
<p>Este salmo antecipa as maravilhas que o Senhor fez na vida de José que abriu passagem para o povo de Deus para o Egito. Assim como ele, nós também, mesmo tendo sido levado à força para situações de penúria, recebemos de Deus a graça de dar testemunho da Sua proteção e do Seu auxílio   .<strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"><img class="alignleft" src="http://3.bp.blogspot.com/_V7Q69ydCJAo/SlyPVzZhwqI/AAAAAAAAAQk/-8-1waMYXQc/s320/pedra_angular.gif" alt="" width="320" height="240" />Evangelho – Mateus 21,33-43.45-46 -  “ Jesus é a pedra angular“ </span></strong></p>
<p>Neste Evangelho Jesus nos dá conta de como nós, que não fazemos parte do povo judeu, fomos inseridos no mistério da Sua Salvação.  Sabemos que Deus Pai criou o mundo para que  os homens e mulheres desfrutem do Seu amor, assistência e proteção. No entanto, por causa da tentação do inimigo o pecado dos nossos primeiros pais no tirou do convívio e da intimidade de Deus Pai e o orgulho e a soberba nos afastaram da fonte do Seu Amor. Por isso, o homem (Adão e Eva) foi expulso do paraíso. O homem pecou, mas o Senhor não o abandonou e fez uma promessa de restauração da aliança violada: A vitória do Salvador sobre o Tentador e o Pecado. Conforme Gn 3,15: “<em>Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a descendência da mulher. E Ela (a descendência da mulher) te atingirá a cabeça. E tu lhe atingirás o calcanhar</em>”. Desde então a maior obra do Pai tem sido a de atrair novamente as criaturas a Si, com o intuito de que gozem novamente da Sua presença e do Seu grande amor. Para começar a Sua obra Ele escolheu um povo e dirigiu a esse povo a Sua atenção mandando-lhe os Seus emissários, os profetas para que voltasse atrás na sua soberba e auto-suficiência.  Todavia, este povo continuou virando as costas para Deus e não deu mais atenção às Suas sugestões. Finalmente, o Pai  mandou o Seu próprio Filho Amado  e Escolhido, Jesus Cristo para ensinar ao povo de Israel o jeito certo de bem administrar o reino dos céus aqui na terra e salvá-lo do pecado e da morte. Jesus veio para o povo judeu, mas os judeus não O aceitaram como Salvador, desse modo, por misericórdia de Deus, Ele voltou-se para os pagãos e se entregou por toda a humanidade.  No entanto, para que nós possamos nos apropriar deste legítimo direito nós precisamos crer e reconhecer Jesus como o herdeiro do Pai que veio trazer para nós a herança da vida eterna. O reino foi tirado do povo de Israel e entregue a nós, a  fim de que  possamos dar bons frutos, não só materialmente falando, mas na qualidade de vida humana e espiritual   com santidade e justiça. Muitas vezes, no entanto, nós preferimos construir o reino dos céus ao nosso modo e nos esquecemos de edificar aqui na terra segundo o projeto do coração do Pai. Jesus é a pedra que os construtores rejeitaram, mas tornou-se a pedra angular, isto é, a pedra central da nossa fé.  Portanto, nós cristãos que cremos em <img class="alignright" src="http://www.dkimages.com/discover/previews/795/392341.JPG" alt="" width="350" height="327" />Jesus como Senhor e Salvador somos hoje os vinhateiros a quem o Senhor entregou a Sua vinha, isto é, o Seu reino, para que seja edificado e cultivado por nós. Somos os responsáveis por entregar a colheita do nosso trabalho, na hora precisa, em que os emissários do Senhor se apresentarem. Porém, se não levarmos em consideração os ensinamentos de Jesus para cuidarmos bem do Seu reino, nós também seremos dispensados e substituídos por outros mais fiéis ao compromisso assumido. Às vezes, nós pensamos que edificar o reino dos céus aqui na terra é trabalhar somente para nós adquirindo mais conhecimento e crescimento espiritual. Somos os lavradores da vinha, somos nós hoje aqueles a quem o proprietário entregou a sua propriedade, porém, Ele quer receber de nós, a safra. E Jesus vem nos lembrar que os frutos que Ele quer receber das nossas mãos é também a conversão dos nossos irmãos e irmãs a quem nós ajudamos a caminhar. <strong>Quem é Jesus na sua vida? &#8211; Você crê Nele como Senhor e Salvador da sua vida? – Você vive de acordo com os Seus ensinamentos?</strong> &#8211; <strong>Você é vinhateiro (a) ou fruto da vinha? – Você tem trabalhado para colher frutos na vinha do Senhor? – Se o emissário chegar hoje quais os frutos que você apresentaria a ele</strong>? <strong>- Se lhe pedissem hoje contas a você qual seria a colheita que você teria para entregar ao proprietário?     </strong></p>
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		<title>04/03 &#8211; 5ª. Feira – II semana da quaresma</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 02:25:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>helena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Palavra do dia]]></category>

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		<description><![CDATA[Reflexão Pessoal &#8211;  Jeremias 17, 5-10   - “perto ou longe de Deus”
Para colocarmos a palavra do profeta dentro da  realidade da nossa existência nós precisamos fazer um exame profundo em relação à qualidade da nossa ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Reflexão Pessoal &#8211;  Jeremias 17, 5-10 </span></strong><strong><span style="text-decoration: underline;">  - “perto ou longe de Deus”<img class="alignright" src="http://www.pibfortaleza.com.br/wp-content/uploads/2008/04/uma-arvore-frondosa-e-frutifera.jpg" alt="" width="346" height="257" /></span></strong></p>
<p>Para colocarmos a palavra do profeta dentro da  realidade da nossa existência nós precisamos fazer um exame profundo em relação à qualidade da nossa vida e o que tem motivado as nossas ações, dia a dia. Portanto, somos chamados (as) a consultar o nosso coração começando por perceber o que nos aflige ou nos alegra neste momento atual. Se o nosso coração estiver repleto de esperança, de paz e alegria,  mesmo quando passamos por momentos de tribulações; se estivermos “enxergando” no meio das tempestades da nossa vida os sinais de Deus que nos acena com promessa de dias melhores; se estivermos firmes e confiantes acolhendo as graças que nos vêm do céu por meio da oração, da adoração ao Senhor, da escuta à Palavra; se mesmo passando por provações nós conseguimos dar frutos que alimentam as outras pessoas, por meio de um testemunho coerente com a fé, a esperança e a caridade&#8230; se tudo isto ou alguma coisa disso está acontecendo conosco é sinal de que estamos vivendo sob as bênçãos de Deus e por isso, podemos ser chamados de “<strong><em>benditos</em></strong>”, já que confiamos no Pai que nos criou e nos sustenta com a Sua graça todos os dias da nossa vida e em todos os momentos, os bons e os maus. Se, pelo contrário, o nosso coração estiver cheio de dúvidas, revolta, medo, desarmonia, se não aceitamos as coisas que estão fora dos nossos planos, se as pessoas, ao invés de se aproximarem de nós, se afastarem porque não estão mais suportando o nosso humor nem o nosso comportamento; se demonstramos amargura e descontentamento com tudo e com todos, se murmuramos, praguejamos, desejamos o mal, temos sentimentos de vingança, aí então, precisamos observar, pois, com certeza, nós podemos estar confiando e esperando mais nos “homens” do que no Deus que nos dá tudo e, por isso, somos “<strong><em>malditos</em></strong>”, isto é, afastados do Trono da graça, da Fonte do Amor e da Verdade. O nosso coração às vezes nos engana, mas o Senhor que nos perscruta sabe quais os sentimentos que Ele mesmo pôs dentro de nós e que nós estamos ignorando. Precisamos nos dirigir à Fonte do Amor de Deus que brota lá dentro do nosso mais profundo interior e pedir ao Pai que nos abençoe com a Sua graça a fim de que nos voltemos para Ele, onde se encontra a nascente da vida e da santidade. Só assim, ao invés de sermos malditos podemos novamente nos considerar benditos e ter uma vida completamente renovada. Cada um de nós pode fazer uma avaliação se realmente, está confiando mais em Deus ou nos homens, nos negócios, nas facilidades da vida. Quando nós esquecemos de olhar para Deus nunca estamos satisfeitos com o que possuímos, queremos sempre mais e a nossa vida vira um poço de amargura. Reflita: <strong>- Você é “maldito” (a) ou “bendito” (a)? – Não olhe para as outras pessoas: perceba os seus sentimentos. – Qual é a sua situação  </strong><strong>- Você é como cardo no deserto ou como árvore plantada junto às águas?</strong><strong> </strong><strong>- Nos seus empreendimentos e problemas em quem você confia mesmo? – Qual o testemunho que você tem dado ao mundo? – As pessoas gostam de estar com você? </strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><img class="alignleft" src="http://1.bp.blogspot.com/_l9qOAxI00ec/Syom_XJTa_I/AAAAAAAAB60/93QNJ4Pp4Uo/s320/biblia-sagrada.jpg" alt="" width="250" height="250" /> Salmo 1 – “É feliz quem a Deus se confia!”</span></strong></p>
<p> </p>
<p>O salmo é uma confirmação da profecia de Jeremias. O salmista faz uma comparação entre as pessoas que andam conforme os conselhos dos perversos, isto é, dos homens que têm a mentalidade do mundo e as pessoas que meditam na lei de Deus em todos os momentos da sua vida.  Os que seguem a teoria do mundo são como a palha seca que se espalha e é dispersa pelo tempo. Porém, os que andam segundo a Lei do Senhor, prosperam e têm uma vida profícua, portanto, são felizes. </p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><img class="alignright" src="http://www.advir.com/historiasbiblicas/vida%20de%20jesus/parabolasdejesus/o%20rico%20e%20lazaro%20ilus.jpg" alt="" width="163" height="282" />Evangelho – Lucas 16,19-31 – “ terra , passaporte para o céu”</span></strong></p>
<p>Com o exemplo do rico e do pobre Lázaro, Jesus nos revela mistérios da realidade mais presente na nossa vida: a nossa caminhada na terra em direção ao nosso porto final, o céu. O homem rico tinha tudo aqui na terra, vestia-se bem, comia maravilhosamente e celebrava isto todos os dias com festas esplêndidas. Assim ele se refestelava na sua própria “felicidade”. No entanto, mesmo sabendo da existência do pobre, o rico ignorava a sua situação, e deixava-o caído à sua porta esperando que alguma coisa lhe sobrasse quando “a festa” findasse. Se formos prestar atenção a este quadro, chegamos à conclusão que hoje isto também acontece na nossa vida guardando as devidas proporções e na medida da nossa realidade. Porém, o que nós precisamos estar atentos (as) é que assim como o pobre morreu e foi levado pelos anjos ao seio de Abraão, que é o Céu, o rico também morreu, mas, “foi enterrado”, como nos revela Jesus. Isto para nós faz uma diferença incrível, pois nos induzi a meditar sobre a visão que temos em relação ao morrer e ao depois do morrer. Se nós tivermos uma idéia da vida só para ser uma experiência terrena, agindo e reagindo conforme os critérios humanos, com as práticas ditadas pela mentalidade do mundo, com certeza nós iremos ser “enterrados” (as). No entanto, se concebermos a idéia de que a nossa vivência na terra é um passaporte e passagem que nos encaminham para o Céu, porto seguro, casa do Pai, retorno à vida, aí então, com a mesma certeza, nós esperamos ser levado pelos anjos ao seio de Abraão. Contudo, isso não depende apenas do nosso saber, ter conhecimento, mas sim, do nosso viver, do nosso conviver e do nosso participar, porque aqui na terra nós já começamos a construir esta via, através dos nossos relacionamentos pessoas com TODOS. Não apenas com aqueles (as) que são para nós os mais queridos (as), não somente para com os “ricos”, mas também com aqueles intoleráveis, “os pobres” que são carentes de pão, mas principalmente de vida e santidade. Jesus abriu para nós um cenário real, o qual nós não podemos mais ignorar: cenário da vida na terra e depois dela. Para onde vamos, só Deus sabe, <strong><span style="text-decoration: underline;"><img class="alignleft" src="http://2.bp.blogspot.com/_gVgwROsJJeQ/Stkq9DCuhHI/AAAAAAAAAIE/Y6YK96DfZ1E/s400/Menino+na+mis%C3%A9ria.jpg" alt="" width="168" height="140" /></span></strong>mas nós podemos ter uma idéia, dependendo do que nós estivermos colocando em prática. O rico não foi enterrado porque era abastado, nem tampouco o pobre subiu aos céus só porque era carente, mas pelas circunstâncias em que viveram e por causa das atitudes que tomaram. Aqui na terra nós recebemos as condições para nos apropriarmos dos “terrenos do céu”. Há, porém, uma condição imprescindível: a de partilharmos os nossos bens e dons dos nossos “terrenos da terra” com os outros moradores. Nós sabemos que a figura do pobre sempre será uma realidade entre nós, no entanto, a sua existência é uma chance que Deus dá ao rico para bem empregar os seus bens e assim poder obter ainda muito mais para ajudar a quem precisa.  No entanto, ninguém é tão pobre que não possua nada para dar nem igualmente é tão rico que não necessite partilhar com alguém a sua riqueza. Há, porém, outra coisa importante que nós precisamos ter em conta: o tempo é hoje, agora! Não podemos esperar para quando chegar lá no nosso destino, “depois quer findar a  festa”, pois há um abismo enorme e nós não podemos retroceder. Nem tampouco nós podemos de lá fazer com que aqueles que nós temos interesse que escapem possam se redimir. No entanto, Abraão falou ao rico: “Eles <em>lá têm Moisés e os profetas, que os escutem!”</em> E isto vale também para nós HOJE, pois somos convocados a sermos também, profetas, com palavras, atos e <strong>sem</strong> omissão. Quando  abrimos os olhos e os ouvidos para apreender os ensinamentos de Jesus, nós também assumimos o compromisso com a verdade e nos tornamos mensageiros do céu aqui na terra.  <strong>– Quais os bens que você tem recebido na vida? -  Você os tem partilhado com os “pobres” que se encontram à sua porta? -  </strong><strong>Como é a sua vida: você tem recebido mais bens ou mais feridas – Qual é a idéia que você tem da vida após a vida aqui na terra? – Você tem aberto os olhos das pessoas da sua família para isso? </strong><strong></strong></p>
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		<title>03/03 &#8211; 4ª. feira – II semana da quaresma</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 23:09:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>helena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Palavra do dia]]></category>

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		<description><![CDATA[Reflexão Pessoal &#8211;  Jeremias 18, 18-20  &#8211; “conspiração contra o  profeta”
 Por causa da nossa fidelidade, da nossa honestidade no cumprimento do dever somos perseguidos na vida de diversas maneiras. O mesmo povo que havia recebido ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;"><img class="alignleft" src="http://aquilesepatroclo.blog.terra.com.br/files/2008/10/jj.jpg" alt="" />Reflexão Pessoal &#8211;  Jeremias 18, 18-20  &#8211; “conspiração contra o  profeta”</span></strong></p>
<p> Por causa da nossa fidelidade, da nossa honestidade no cumprimento do dever somos perseguidos na vida de diversas maneiras. O mesmo povo que havia recebido de Jeremias os benefícios, agora o perseguia. Só Deus poderia salvá-lo. Como o profeta, nós também reclamamos de Deus as más ações e a falta de gratidão da humanidade. As suas lamentações parecem que nos servem de exemplo quando  também, nos sentimos injustiçados (as) pela ingratidão das pessoas a quem algumas vezes nós tentamos ajudar e não entendem a nossa intenção. Um dia, as pessoas nos louvam e no outro dia, nos atacam. Isto é natural em todas as esferas de vida e, principalmente quando estamos no caminho de Deus. A perseguição faz parte da caminhada espiritual. As pessoas às vezes nos testam, nos confundem e nos pressionam para saber se realmente estamos seguros nas nossas escolhas, na nossa vocação, nas nossas decisões. Nem por isso, nós podemos deixar morrer a lei, nem o conselho nem a Palavra, porque ajudar a construir um mundo novo a partir de nós mesmos (as) é a nossa missão. Mesmo injustiçados, (as), precisamos ser fiéis a Deus que também sofre com os desatinos do povo que Ele escolheu. Somos esse povo que uma hora sabe ser justo e depois pode tornar-se injusto. Deus sofre também, por nós. Os “inimigos”, muitas vezes estão dentro de nós mesmos.  Nestes momentos o melhor será abrirmos o coração para Deus e sermos sinceros (as), pois, só Ele, é quem conhece tudo e poderá nos ajudar. <strong>- Você tem se queixado da ingratidão das pessoas? &#8211; E você,  tem sabido reconhecer quando as outras pessoas querem  ajudá-lo (a) ou não as compreende</strong>? <strong>- Faça como Jeremias, exponha suas inquietações ao Senhor-  Escreva, faça as suas queixas!</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Salmo 30 – <em>“Salvai-me pela vossa compaixão, ó Senhor Deus!”<img class="alignright" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncgxJRHQQTg/SgszEwo9d4I/AAAAAAAABEQ/kFh5WuZpwQU/s400/2782457605_2d2fac88a0.jpg" alt="" width="187" height="158" /></em></span></strong></p>
<p> </p>
<p>Os nossos inimigos, na maioria das vezes estão dentro de nós mesmos (as). Há uma rede traiçoeira dentro de cada homem, de cada mulher, que tenta ser fiel a Deus. Há horas, em que como o salmista, nós nos sentimos apavorados (as), intranqüilos (as), num beco sem saída. Porém, como ele nós também podemos dizer: <em>“Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito, porque vós me salvareis, ó Deus fiel!”</em></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"><img class="alignleft" src="http://blog.cancaonova.com/padreanderson/files/2009/11/a-cruz-e-milhoes.jpg" alt="" width="359" height="252" />Evangelho – Mateus 20, 17-28 – “a glória vem depois da Cruz”</span></strong></p>
<p>Estamos vivendo este tempo da subida para Jerusalém, com Jesus.     Com Jesus nós aprendemos as dicas para que o nosso objetivo seja alcançado. Somos seus seguidores, portanto, somos  seus imitadores. Jesus caminhou para cumprir a Sua Missão de Salvador dos homens e, se somos Seus discípulos, desejamos viver o que Ele viveu assumindo a Salvação que Ele veio nos oferecer dando passos de conversão. Não podemos nos enganar como os apóstolos que pensavam somente na glória que viria e assim queriam tomar assento ao lado do rei da glória. Por isso, Jesus nos ensina e nos adverte que, também nós como Ele passaremos por dificuldades, por provações, por perseguições, mas que no terceiro dia, isto é, no tempo certo, nós também ressuscitaremos com Ele. Esse é o nosso objetivo! Precisamos dar os passos que Jesus seguiu. Essa é a vontade do Pai para nós, ressuscitar-nos como Ele ressuscitou Jesus! Porém, não há ressurreição sem Cruz, não há glória sem provação e é já nesta vida terrena que nós damos os passos para essa conquista<em>: “quem quiser tornar-se grande torne-se vosso servidor”; “quem quiser ser o primeiro seja vosso servo!”</em> A certeza da ressurreição nos dá alento para que possamos atravessar o deserto apossados da graça de Deus. Experimentamos em nós as nuances da Cruz e da ressurreição de Jesus. Vivemos com Cristo o Seu martírio e provamos muitas vezes aqui mesmo da Sua ressurreição. Se quisermos a glória temos que participar da Cruz que é o serviço, o encargo e a missão que, muitas vezes, vêm acompanhados de incompreensões, traições e humilhações.  Enganam-se aqueles (as) que pensam que a salvação só tem validade depois da nossa morte! Não, é no nosso dia a dia que começamos a viver a vida eterna, pois ela consiste na vontade de Deus para nós. Aquele (a) que ama, aquele (a) que serve, aquele (a) que pratica os ensinamentos de Jesus já há conquistado a Jerusalém celeste desde já. <strong>- Você deseja possuir a glória de Deus? – Você aceita participar da Cruz de Jesus</strong>? <strong>– Você é grande ou pequeno (a)? – Você presta serviço a alguém em Nome do Senhor? – O que você tem feito pelo amor de Deus? – Você tem aprendido e praticado o que Jesus tem lhe ensinado?</strong></p>
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		<title>UMA MISSÃO NA FAMÍLIA</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 02:13:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>helena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>

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		<description><![CDATA[ A HUMILDADE  É A VERDADE
 
1) Leitura Bíblica – Marcos 9, 33-37 33 
 
&#8220;Quando chegaram à cidade de Cafarnaum e estavam em casa, Jesus perguntou aos discípulos: «Sobre o que vocês estavam discutindo no caminho?»  Os ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> A HUMILDADE  É A VERDADE</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;">1) Leitura Bíblica – Marcos 9, 33-37 33 <img class="alignright" src="http://coracaodejesusedemaria.com/portal/wp-content/uploads/2009/02/jecusecrianca.jpg" alt="" width="249" height="241" /></p>
<p> </p>
<p>&#8220;Quando chegaram à cidade de Cafarnaum e estavam em casa, Jesus perguntou aos discípulos: «Sobre o que vocês estavam discutindo no caminho?»  Os discípulos ficaram calados, pois no caminho tinham discutido sobre qual deles era o maior. Então Jesus se sentou, chamou os Doze e disse: «Se alguém quer ser o primeiro, deverá ser o último, e ser aquele que serve a todos.» Depois Jesus pegou uma criança e colocou-a no meio deles. Abraçou a criança e disse: «Quem receber em meu nome uma destas crianças, estará recebendo a mim. E quem me receber, não estará recebendo a mim, mas àquele que me enviou.»</p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.curiosidadeanimal.com/im_anfibios/ras_perereca.JPG" alt="" width="384" height="338" />2) Uma história para ilustração :  A Rã e a falta de humildade</p>
<p>Uma rã se perguntava como podia afastar-se do clima frio do inverno. Uns gansos lhe sugeriram que emigrasse com eles, mas o problema era que a rã não sabia voar. &#8220;Deixem-me pensar &#8211; disse a rã &#8211; tenho um cérebro esplêndido.&#8221; Logo pediu a dois gansos, que a ajudaram a apanhar um galho forte, cada um sustentando-o por uma extremidade. A rã pensava em segurar-se pela boca. A seu devido tempo, os gansos e a rã começaram sua travessia e em pouco tempo passaram por uma pequena aldeia, e os habitantes dali saíram para ver o inusitado espetáculo. Alguém perguntou: &#8220;De quem foi tão brilhante idéia?&#8221; Assim, a rã se sentira tão orgulhosa e com tal sentido de importância, que exclamou: &#8220;FOI EU!&#8221; Seu orgulho foi sua ruína, porque no momento que abriu a boca, se soltou do galho, caiu no vazio e morreu.</p>
<p style="text-align: center;">3) REFLEXÃO</p>
<p>Há ocasiões em que a falta de humildade ou o excesso de orgulho podem fazer cair por terra os planos mais excelentes. A humildade é a verdade. Somos humildes quando sabemos reconhecer a nossa capacidade e limitação, tendo consciência, porém, de que uma coisa e a outra estão inseridas no grande mistério de Deus ao nos criar com atributos diferentes uns dos outros. Se fôssemos auto-suficientes em tudo, se não precisássemos uns dos outros para viver seríamos como ilhas isoladas, e viveríamos uma solidão eterna. A falta de humildade da rã não consistiu em que ela reconhecesse que tinha uma inteligência privilegiada, mas no fato de ter ela se vangloriado para todo o mundo que a idéia genial partira da sua esperteza. Afinal, os gansos também fizeram a sua parte no plano de transportá-la para longe do clima frio. Se não fossem eles, ela não poderia pôr em prática a sua brilhante idéia. Às vezes nós destruímos todo o mérito que temos por causa da vaidade e do orgulho, por querermos aparecer mais que o outro, e principalmente por não reconhecermos que o outro nos completa, que sem o outro nós não conseguiremos chegar aonde pretendemos. Em uma família, em uma comunidade de pessoas é muito bom que se reflita sobre isso. A certeza de que posso contar com a inteligência privilegiada do meu irmão ou irmã e que ele ou ela também podem confiar em mim no que eu puder ajudar faz toda a diferença na boa convivência entre irmãos. Jesus sempre nos ensina que é grande e tem autoridade quem presta serviço ao outro porque assim está legitimando a sua incumbência aqui na terra. “Deus <strong>criou o homem&#8230;.deu-lhe domínio sobre tudo&#8230;.e impôs a cada um deveres para com o próximo.”(Eclo 17, 1a .3b .12)  </strong> O Criador nos concedeu mãos, pernas, braços, olhos, ouvidos, boca para que pudéssemos nos comunicar uns com os outros e nos ajudarmos mutuamente. A minha opinião, o meu conselho, a visão que eu tiver do problema do meu irmão necessitado, será também um instrumento valioso que eu coloco à disposição dos filhos de Deus.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://3.bp.blogspot.com/_q6lT9C_R4CY/SN04sl89mrI/AAAAAAAAAwU/WUPlrtWjCgI/s400/humildade3.jpg" alt="" width="354" height="270" /></p>
<p><strong><strong> </strong></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><strong>4) APLICAÇÃO DA DINÃMICA: &#8211; Levar as Cargas uns dos Outros  </strong></strong><strong><br />
</strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Material</strong> <strong>necessário</strong>: pedaços de papel e lápis. </p>
<p><strong>Desenvolvimento</strong>:<br />
Cada um recebe um papel e deve escrever uma dificuldade que sente no relacionamento, um medo, problema, etc.. que não gostaria de expor oralmente.</p>
<p>A papeleta deve ser dobrada e colocada num saco.</p>
<p>Depois de bem misturadas as papeletas, cada pessoa pega uma qualquer dentro do saco e <strong>assume</strong> o problema que está na papeleta como se fosse seu, esforçando-se por compreendê-lo. <br />
<strong><br />
</strong>Cada pessoa, por sua vez, lerá em voz alta o problema que estiver na papeleta e usando a 1ª pessoa &#8220;<strong>eu</strong>&#8220;, fazendo as adaptações necessárias, dirá sua solução para o problema apresentado. <img class="aligncenter" src="http://images.quebarato.com.br/photos/big/B/6/5C8EB6_1.jpg" alt="" width="687" height="269" /><br />
<strong><br />
</strong>Após este exercício ainda compartilhar e conversar sobre a importância de levarmos a cargas uns dos outros, de ajudarmos o nosso próximo, e de percebermos que, embora conselhos nem sempre sejam bons, ouvir as sugestões e visões de outros sobre o nosso problema, pode nos ajudar a encontrar uma outra saída. </p>
<p style="text-align: center;"><strong>5) PARTILHA APÓS A DINÃMICA<img class="alignright" src="http://imagem.vilamulher.terra.com.br/interacao/4020755/dialogo-entre-dois-amigos-43166-1.jpg" alt="" /></strong></p>
<p><strong>1- Como você  SE SENTIU ASSUMINDO O PROBLEMA DO OUTRO?</strong></p>
<p><strong>2- Você COSTUMA NA SUA CASA OU NA SUA COMUNIDADE PARTILHAR AS SUAS ANGÚSTIAS COM OUTRAS PESSOAS?</strong></p>
<p><strong>3- VOCÊ CONFIA EM ALGUÉM QUANDO ESTÁ NECESSITADO (A)? </strong></p>
<p><strong>4-VOCÊ ACHA QUE O QUE A OUTRA PESSOA ESTÁ VIVENDO É TAMBÉM PARTE DA SUA   VIDA, E ATINGE A VOCÊ COMO IGREJA, CORPO DE CRISTO? </strong></p>
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